quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Revitalizando o Parque


Estão prestes a começar as obras que garantirão ao Parque Municipal Leon Feffer, em Mogi das Cruzes, um moderno Centro de Convenções e Eventos. A ordem de serviço foi assinada pelo prefeito Marcus Melo, em solenidade a que tive a honra de comparecer. Os recursos resultam de um trabalho nosso junto ao Ministério do Turismo, em 2018, enquanto deputado federal. Foi uma iniciativa desenvolvida a pedido do meu filho, o vice-prefeito Juliano Abe, representando o prefeito. 


Em Brasília, conseguimos recursos extraorçamentários, da ordem de R$ 2,5 milhões, para viabilizar esse investimento. Com a concorrência pública, o valor do empreendimento caiu para cerca de R$ 2,025 milhões. Fico muito feliz por ter contribuído com a revitalização do Leon Feffer, que considero emblemático!

 

Implantado em 2002, na nossa 1ª gestão como prefeito, foi o 1º parque urbano da Cidade, na várzea do Rio Tietê. Era um terreno municipal degradado pela exploração mineral. Transformamos pó e areia num espaço de uso múltiplo para conectar lazer, esportes, recreação e cultura – típicos de um parque urbano – com preservação e educação ambiental.

 

Agradeço imensamente o prefeito Marcus Melo por ser fiel ao conceito de continuidade administrativa saudável! Com sua gestão, ele diferencia Mogi da maioria dos municípios brasileiros, sob a ótica do desenvolvimento sustentável. Quem ganha é o povo mogiano!

 

Com 1.084 metros quadrados, o centro ficará perto do estacionamento. De acordo com o projeto, serão dois blocos. Um é o grande galpão – o salão de eventos – com altura interna livre (pé-direito) de 6,25 metros e área de 750 metros quadrados. O outro é mais baixo para as áreas de apoio. Este segundo bloco terá entrada coberta, hall e sanitários públicos (com acessibilidade), cozinha e espaços de apoio, depósito e vestiários de funcionários.

 

Sabemos o quanto a revitalização é necessária para o desenvolvimento socioeconômico da Cidade, além de aumentar a oferta de lazer gratuito e consolidar a cultura da preservação ambiental na população. #ParqueLeonFeffer #MaisLazer #Turismo

 Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Inspiração e fé

 Outubro é o mês da homenagem anual aos empreendedores, mas destaco alguém que não estará entre nós. Partiu em 17 de junho último, aos 91 anos de idade, sem as merecidas honrarias, esquecidas em meio às dolorosas notícias da pandemia. Falo de Nevaldo Rocha, fundador das Lojas Riachuelo. Nascido em Caraúbas, no sertão nordestino do Rio Grande do Norte, teve uma infância extremamente humilde. Aos 12 anos, deixou suas raízes para trabalhar na capital Natal, envolto no sonho de prosperar para ajudar a família. 


Dotado de extrema sensibilidade, confiança, ousadia e visão empreendedora, em pouco tempo, juntou suas economias para abrir uma pequenina loja de roupas, em 1947. Ancorado no espírito empreendedor e em sua fé no Brasil, o jovem Nevaldo fundou o Grupo Guararapes, que se tornaria a holding responsável pela gigantesca rede de 323 lojas espalhadas pelas cidades brasileiras.

 

Consolidou-se como um dos raríssimos empreendedores que apostou na gestão vertical. Ou seja, o Grupo Guararapes mantém fábricas que produzem as próprias roupas, assim como responde pelo sistema de transporte e logística, além de gerir a instituição financeira, que garante crediário aos consumidores. Não utiliza a terceirização, porém, investe em parcerias com famosos estilistas, criando a ponte entre o popular e o sofisticado.

 

Amado e respeitado pelos milhares de colaboradores do Grupo Guararapes, Nevaldo Rocha foi um dos grandes destaques do desenvolvimento e consolidação da responsabilidade empresarial social, num tempo em que o tema não era moda. As ações visavam solidariedade e contribuição de toda ordem às instituições beneficentes, assim como diretamente aos mais necessitados.  

 

Os filhos de Nevaldo seguem a filosofia do pai de valorizar sua terra natal: a matriz do grupo permanece em Natal (RN), apesar das estruturas operacionais espalhadas pelo território nacional. É a forma de retribuir e agradecer o abrigo e as oportunidades que a cidade ofereceu ao empresário desde o início da sua bem-sucedida caminhada empreendedora.

 

Homenageio um autêntico cidadão cristão, que devotou a vida para trabalhar na construção de um Brasil mais justo, com igualdade para todos, a partir da boa educação, saúde, profissionalismo e oportunidades.

 

Sua partida é triste, mas sua história inspira e comprova a existência de seres humanos de primeira grandeza, capazes de empenhar extraordinária liderança como referência para a sociedade brasileira.  #GratidãoNevaldoRocha

(Foto: Canindé Soares, via G1)

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sábado, 8 de agosto de 2020

Dia dos Pais

 Amigas e amigos, antecipando as homenagens para o Domingo dos Pais, homenageio todos os papais, contando um pouquinho da história do meu. O imigrante japonês Izumi Abe chegou ao Brasil em 1928, com 15 anos. O Japão passava por um período extremamente difícil e, como outros imigrantes em situação de total pobreza, veio para o fantástico território brasileiro. Todos acalentavam o sonho de, em três ou quatro anos, construir patrimônio e retornar à terra natal. Ledo engano. Encontraram um País ainda virgem em termos de desenvolvimento, sem nenhuma estrutura para atender às expectativas e, a bem da verdade, acabaram substituindo a mão de obra escrava indígena e africana nas grandes fazendas de café.

 

Em que pesem dificuldades inimagináveis de conhecimento geral e das barreiras da língua, imigrantes japoneses, italianos, espanhóis e árabes, entre outros, contribuíram decisivamente para o desenvolvimento do País, conforme a história documenta.

 

A família Abe, como a maioria, adotou o Brasil de corpo e alma. Papai Izumi casou-se com Fumica e, ao lado dos meus extraordinários avós paternos, Tokuji e Makie Abe, construiu o alicerce fundamental de uma família harmoniosa. Juntos, esforçaram-se ao extremo para proporcionar aos filhos e netos aquela formação de excelência preconizada por todos. Edificaram cidadãos e profissionais, ancorados em respeito, solidariedade, união, trabalho, ética, moral, muito amor e fé em Deus.

 

Gratidão, gratidão e gratidão é o sentimento que lastreia essa homenagem!

 

Em nome dos meus avós e pais, batalho o tempo todo para repassar aos filhos e netos os mesmos princípios e valores que, generosamente, recebi, me acalentam a alma e sustentam minha existência.

 

Com as fotos sequenciais dos saudosos avós e pais, dos meus três filhos, quando eram criancinhas (parece que foi ontem!) e dos quatro do total de sete maravilhosos netos, homenageio todos os pais e avôs neste Dia dos Pais! #VivaDiaDosPais #TodoAmor #Gratidão.






 Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo


terça-feira, 4 de agosto de 2020

Questão de saúde


Em setembro, a Prefeitura de Mogi das Cruzes deve colocar em funcionamento a 3ª UPA – Unidade de Pronto Atendimento da Cidade. Fica no Distrito de Jundiapeba, onde vivem aproximadamente 80 mil habitantes. É uma população maior que a de 80% dos municípios brasileiros. Faço esse registro com muita alegria!



Como cidadão brasileiro, sei da péssima estrutura de saúde pública na maioria das cidades brasileiras. Mogi das Cruzes enquadra-se no rol das raríssimas exceções.

Em 2001, quando assumimos com muita honra a Prefeitura mogiana, tivemos o apoio integral de uma excelente e dinâmica equipe de colaboradores, associado ao respeito e compreensão da população. Com base no PGP – Plano de Governo Participativo, iniciamos um processo de acelerada melhoria em todos os serviços públicos.

A saúde foi uma das nossas grandes prioridades, diante da total calamidade em que se encontrava. De pronto, redimensionamos  todas as UBS – Unidades Básicas de Saúde para operarem com profissionais capacitados e equipamentos adequados às necessidades.  Igualmente, transformamos a UBS do Distrito de Jundiapeba em 24 horas.

Ao longo das duas gestões como prefeito (de 2001 a 2008), implantamos dezenas de reconhecidos projetos na área da saúde. Destacam-se Pró-Mulher, Pró-Criança, Pró-Híper, ProMeg (medicamentos gratuitos), CCZ – Centro de Controle de Zoonoses e o Pró-Parto (um programa que, de forma injusta, improcedente e inoportuna, foi alvo de denúncias e acabou paralisado quando deixamos a Prefeitura). 

Ao mesmo tempo, resgatamos a gestão plena da saúde junto às esferas estadual e federal e conseguimos que o Estado finalizasse a ampliação do Hospital Estadual Luzia de Pinho Melo, além de revitalizar toda a rede básica de saúde,  duplicar o número de médicos, enfermeiros e técnicos, entre outra infinidade de ações que transformaram a caótica saúde pública mogiana em altamente confiável.

Diferentemente do que ocorre com a maioria dos municípios brasileiros, sob bandeiras político-partidárias ou ideológicas, Mogi das Cruzes teve uma saudável continuidade administrativa, alicerçada no trabalho dos meus sucessores.

Tanto Marco Bertaiolli como o atual prefeito Marcus Melo, diligentemente, vêm investindo pesado e de modo ininterrupto na área da saúde. Evidente que este espaço é pequeno para relatar as inúmeras grandes conquistas.

Dentre tantos avanços, está o Hospital Municipal de Braz Cubas, implantado por Bertaiolli no Distrito onde vivem mais de 100 mil habitantes.  O prefeito Marcus Melo, apesar da crise gerada pela pandemia de Covid-19, vem entregando obras, uma atrás da outra, sem parar. E está prestes a inaugurar a esperada Maternidade Municipal de Mogi das Cruzes, também no Distrito de Braz Cubas.

Faço essas considerações em reconhecimento aos gigantescos esforços de diferentes gestores mogianos em prol dos incontestáveis avanços na estrutura da saúde pública de Mogi das Cruzes. Sem intenção de menosprezar o aparato existente em outros municípios da região, lembro que de 30% a 40% dos pacientes atendidos em solo mogiano são procedentes de cidades vizinhas. 
 
Portanto, cabe às cidadãs e cidadãos o dever cívico e democrático de escolherem bem, com responsabilidade e sabedoria, dentre inúmeros candidatos que se apresentam nos pleitos eleitorais. Mas, acima de tudo, elegerem quem será capaz de dar continuidade administrativa às boas ações deixadas pelos antecessores. #SaúdePúblicadeMogiMereceRespeito

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Cores do inverno


Das milhares de frases sobre flores, todas lindas, escolhi uma para embasar meu modesto texto neste precioso espaço: “Fiz a escalada da montanha da vida removendo pedras e plantando flores”. É uma citação da inesquecível poetisa e contista brasileira Cora Coralina.

Mesmo num País tropical e com dimensão continental como o nosso, Deus, em Sua perfeição, criou estações do ano inter-relacionadas, uma dependente da outra. Exatamente como são os seres vivos. Como estamos no período invernal, em todos os países do hemisfério norte, os vegetais estão hibernando. Porém, no fantástico Brasil, em pleno inverno, florescem inigualáveis ipês amarelos e roxos, o manacá-da-serra que nos presenteia com suas multicoloridas flores. Todas as espécies preparam uma maravilhosa primavera que, de fato, é a estação tradicional e farta de flores.

Com reflexão inspirada na frase de Cora Coralina, digo que o inverno é a preciosa pedra que prepara a exuberante primavera, com as multicoloridas, lindas e perfumadas flores.

Permitam-me mostrar nosso pequeno jardim. Há aproximadamente 30 anos, plantamos com muito amor algumas espécies que todo ano, em pleno inverno, florescem, irradiando alegria, paz e amor.

Fiz questão de fotografá-las e manifestar toda minha gratidão. São azaleias, bico-de-papagaio, esplendorosas rosas e a linda orquídea chuva de ouro, da rica biodiversidade da nossa Serra do Mar. Divido com vocês um pouco de alegria, cor, beleza e amor. #FloresParaVocê



Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 28 de julho de 2020

Dia do Agricultor

O agronegócio sempre foi e continua sendo a principal mola propulsora da economia brasileira. Mesmo em tempos de pandemia, a agropecuária carrega o Brasil nas costas, bombando com safras recordes. 

Nada mais justo que uma grande homenagem ao agricultor. Apesar da modernização e da alta tecnologia, ele trabalha sem parar para alimentar a população 24 horas por dia. Chova ou faça sol, da madrugada à noite, sem domingo, feriado nem dia santo. Faz isso anonimamente, sem esperar o devido respeito, reconhecimento ou gratidão. A maioria das pessoas ignora esses fatos, por desconhecimento dessa nobre atividade econômica.

Como alguém já disse: "Pelo menos, uma vez na vida, precisamos de um advogado, um médico ou um arquiteto. Mas, no mínimo, três vezes por dia, precisamos de um agricultor."

Foram os agricultores gaúchos e paranaenses que, preponderantemente, atenderam ao chamado do governo para, com o apoio da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária, desbravar os cerrados do centro-oeste brasileiro. Transformaram terras estéreis em solo altamente produtivo, verdadeiro celeiro de alimentos do mundo. Isto ocorreu há décadas, sem terem abandonado suas lavouras nos estados de origem.

Mais tarde, agricultores paulistas, catarinenses, mineiros, goianos, baianos e de alguns estados do Nordeste, junto aos matogrossenses e paraenses, também se aventuraram nos cerrados e todos juntos abastecem os brasileiros e o mundo com soja, milho, arroz, trigo, feijão e algodão, além da pecuária de corte.

Destacam-se ainda, os grandes e médios fruticultores que, com alta tecnologia e irrigação, às margens do Rio São Francisco, cultivam enormes áreas com melão, abacaxi, melancia e uva.

Merecem registro também, com igual ênfase, a produção de ovos e frango de corte, exercida pelos grandes avicultores. Ao mesmo tempo, municiam as indústrias beneficiadoras e transformadoras do Brasil e de centenas de outras nações.

O que dizer dos míni, pequenos e médios agricultores, incluindo a agricultura familiar, localizados nos famosos cinturões verdes? Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, desponta como referência nacional na produção de hortifrutiflorigranjeiros. Cabe a esses heroicos agricultores a responsabilidade de levar aos brasileiros todo dia, o ano inteiro, com fartura, verduras, legumes, tubérculos, bulbos, frutas, ovos e leite, entre outros itens. Sem exagero, são produtores de saúde, tamanha a importância desses alimentos na nossa dieta diária.



Os hortifrutiflorigrangeiros são produzidos à céu aberto. Altamente perecíveis, são como bebês que demandam atenção e dedicação integral. Da semeadura à mesa do consumidor.  

Não podemos esquecer dos pequenos produtores de flores e plantas ornamentais. São itens que fortalecem as relações humanas, perfumam os lares e os ambientes comerciais, além de servirem como colírio aos olhos de todos.

Por justiça, respeito, admiração e profunda gratidão,  homenageamos, com honra e emoção, todos os agricultores do Brasil! Que Deus continue abençoando cada um de vocês! Hoje e sempre! #Gratidão #AgricultorBrasileiro

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Direito do papel passado


Tenho muito orgulho de estar colaborando para que cada vez mais moradores da nossa Mogi das Cruzes recebam os títulos das propriedades onde vivem. Recentemente, 112 famílias da Vila Nova Cintra e de Jundiapeba foram contempladas no processo de regularização fundiária, efetivado com parte dos recursos de uma das emendas parlamentares que destinei ao Município, enquanto deputado federal.

A regularização fundiária é um benefício social que custa caro para o Município. Como deputado federal, busquei ajudar a Prefeitura a manter o trabalho, atendendo pedido intermediado pelo então vereador e hoje vice-prefeito Juliano Abe. Ele e o prefeito Marcus Melo, com o apoio dos vereadores, têm trabalhado muito para garantir a moradores dos mais diversos bairros a oportunidade de serem donos de seus imóveis, de fato e de direito.



Até o final do ano, mais de 700 famílias mogianas terão recebido os títulos de propriedade de suas residências. Na Vila Nova União, além dos 168 títulos a serem entregues ainda neste ano, outros 630 chegarão aos seus destinatários em 2021. 

É um enorme alento ver prosperar iniciativas para solucionar um problema que já era muito sério no ano 2000. A inexistência de ações voltadas à legalização de assentamentos irregulares foi um dos temas recorrentes nas reuniões feitas nos bairros, durante a campanha eleitoral, para elaboração do nosso PGP – Plano de Governo Participativo. Ao assumir a Prefeitura, criamos o Programa Moradia Legal, que contemplou milhares de mogianos com títulos de propriedade. O trabalho de regularização fundiária começou no Distrito de Jundiapeba em 2001.

Ações de regularização fundiária também foram esmiuçadas no Plano Municipal de Habitação de Interesse Social, em 2008, durante nossa 2a gestão como prefeito. Desenvolvido por meio do Conselho da Cidade, o estudo integra o Plano Diretor e trazia diretrizes para os investimentos em moradia nos 20 anos seguintes. Para dar suporte ao trabalho, havia o diagnóstico habitacional realizado pelo Ibam – Instituto Brasileiro de Administração Municipal.

Na época, o levantamento constatou mais de 3 mil moradias com irregularidades fundiárias, incluindo aquelas erguidas em locais de proteção ambiental. Somadas às habitações edificadas em áreas de risco, sob constante ameaça de deslizamentos de terra, desabamentos ou alagamentos, o total de assentamentos precários chegava a quase 6 mil.

Ser dono de um imóvel de fato, mas não de direito, é um sofrimento que atinge milhares de famílias nas áreas urbanas. É gente que comprou e mora há anos, décadas até, num imóvel, mas não pode comprovar que é seu. Por razões diversas, a pessoa não consegue o título de propriedade. Isso faz com que a regularização fundiária seja imprescindível nas políticas públicas para garantir segurança jurídica ao cidadãos. Parabéns, prefeito Marcus Melo e vice Juliano Abe, por materializarem o direito do papel passado! #RegularizaçãoFundiária

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo