sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Tempo de escolher

 

Domingo, dia 15, é feriado de Proclamação da República e, excepcionalmente, o 1º turno das eleições municipais. Tenho quase 80 anos de vida extremamente ativa e participativa em relação a todos os acontecimentos que envolvem a sociedade. Como cidadão, empreendedor e gestor público, peço, respeitosa e humildemente, porém, com muito vigor e determinação, que votem com consciência! Carreguem a certeza de que seus escolhidos, para prefeito e vereador, são efetivamente os melhores para representá-los com responsabilidade e dignidade!


Falo isso sem pretexto para massagear meu ego, visto que ocupei cargos públicos no Legislativo e Executivo. Graças à excelente equipe e total apoio da população, encerramos o 2o mandato de prefeito de Mogi das Cruzes (2001 a 2008) com 86% de aprovação popular, segundo renomados institutos de pesquisa.


Na democracia, o voto secreto para a escolha certa é direito e dever de cada um. Existem políticos decentes, com dignidade e vocação para nos representar com ética, moral e responsabilidade. Portanto, é preciso escolher candidatos com esse perfil, donos de vida pregressa transparente e compromissados com o trabalho em favor do bem comum.


Ainda há tempo para essa reflexão! Pense em você, na sua família, nas outras pessoas queridas, na rua e no bairro onde você mora, na sua cidade. Se tivermos bons prefeitos e vereadores, com certeza, estaremos muito mais preparados para as eleições de 2022, quando elegeremos presidente da República, governador, senadores, deputados estaduais e federais.



Nos últimos 60 dias, analisei os candidatos. Irei às urnas, no próximo domingo, dia 15, com a certeza das escolhas certas. Não é surpresa para vocês que voto em Marcus Melo 45 para prefeito. É o reconhecimento de tudo o que ele tem feito no comando da Prefeitura de Mogi, apesar da pandemia de Covid-19. Com experiência, habilidade e coragem, ele deu continuidade às boas iniciativas que iniciamos e expandiu avanços em diversas áreas.


Fique claro que o dever cívico não termina com a eleição. Após a posse dos eleitos, temos uma tarefa maior ainda: acompanhar seu desempenho, fiscalizá-los permanentemente e chamá-los à responsabilidade se cometerem falhas. Gente, ótima eleição a todos! #DeverCívico


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Uma lição de vida

Luiza Helena Trajano comanda a holding Magazine Luiza, uma gigante do varejo no Brasil, com mais de 800 lojas espalhadas em 16 estados, que emprega 23 mil funcionários. Em recente entrevista ao Programa Roda Viva, da TV Cultura, a empresária deu uma lição de vida, repleta de emoção, do início ao fim.


A atividade da família começou em Franca/SP, onde os tios de Luiza tinham uma pequena loja – Cristaleira. Aos 12 anos, nas férias escolares, ela estreou como balconista no comércio. Vendia lembrancinhas. Coube à Luiza transformar a empresa familiar na gigante do varejo nacional. A modesta Cristaleira recebeu o nome da tia, Luiza. Assim, surgia o Magazine Luiza.  


Como um grande aprendizado, Luiza passou em todas as áreas da loja: venda, logística, recursos humanos, cobrança, etc. Em 1991, a tia Luiza avisou a sobrinha que havia chegado a hora de ela assumir os negócios e, no ano seguinte, a nova gestora começou a modernizar a empresa.


Com várias iniciativas inovadoras, a jovem imprimiu sua personalidade no Magazine Luiza, pavimentando o caminho do sucesso. Humilde, participativa, ousada, determinada e parceira de todos, a líder empresarial concentrou-se em ouvir bem mais que falar. Investiu na extrema valorização dos colaboradores, que assumiram a condição de participantes diretos da empresa. Ao mesmo tempo, externou sua preocupação com os rumos do Brasil, escancarando erros dos governantes e apresentando críticas construtivas para colaborar com a Nação. 


“Temos que entender mais o que é racismo estrutural. O dia que entendi até chorei, porque sempre achei que não era racista até entender o racismo estrutural”, declarou Luiza que lançou um programa de trainee exclusivo para afrobrasileiros, como resultado da sua descoberta de que havia poucos executivos negros em altos cargos em sua empresa. Ela observou que o impacto da desigualdade racial vem desde a educação básica.


Com toda legitimidade, Luiza Trajano é personalidade de renome internacional. Pela competência profissional e pelo ser humano que é. Comanda um conglomerado empresarial imenso, gera empregos, gera empregos, paga impostos e produz riquezas para a Nação. Luiza é a esperança real de grande parcela da população brasileira, que clama por inclusão e justiça social.


Vem desta brasileira de Franca a inspiradora prova de perseverança e fé. Ela, transformou a modesta Cristaleira no conglomerado Magazine Luisa, genuinamente nacional, com valor de mercado estimado em R$ 40 bilhões, alicerçado em extrema eficiência e total transparência. Rendo sincera homenagem a essa figura maiúscula e, oxalá, tenhamos no Brasil centenas de empresários seguindo os exemplos da envergadura de Luiza Helena Trajano! #GratidãoLuiza


(Imagem: Reprodução/TV Cultura)


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sábado, 7 de novembro de 2020

Dia do Radialista

7 de novembro, dia de homenagear todos aqueles que entram, diariamente, nos lares e corações das pessoas do mundo inteiro, porque têm o passe livre da voz no rádio. A data faz alusão (Lei Federal nº 11.327 de 24 de julho de 2006) ao saudoso compositor, músico e radialista Ary Barroso, que nasceu em 7 de novembro de 1903.


Apesar das transformações e avanços tecnológicos no campo das comunicações, rádio jamais envelhece. Como cidadão, empresário, líder rural, sindicalista e cooperativista, desde jovem, sempre contei com as rádios da minha cidade de Mogi das Cruzes para cobertura jornalística das nossas ações em prol da coletividade. E até enveredei pelos caminhos de apresentador (rsrs)! Na década de 1990, eu e minha amiga jornalista, Mel Tominaga, comandávamos o programa semanal “Ligação Comunidade”, na extinta Rádio Diário de Mogi. A cada semana, um tema diferente em debate, com a presença de ilustres convidados e ampla participação popular.


Imaginem eu, sem experiência em comunicação ao vivo, tocando o programa que, diga-se, tinha grande audiência! Fato é que dava tudo certo, graças ao indiscutível profissionalismo, expertise, dedicação, carinho e amizade da querida Mel e dos colaboradores, associados à grande interação com a população. Gratidão ao saudoso Tote Da San Biágio, à esposa Neid e aos filhos, Spartaco e Túlio, comandantes do Grupo O Diário!


Desde os anos 1970, a Rádio Metropolitana AM 1070 nos dá total cobertura, divulgando nosso trabalho em diferentes áreas. É o caso da agricultura, haja vista a condição de Mogi e Região como o maior e mais importante Cinturão Verde do Brasil. Ao Silvio Sanzone, César Sanzone e aos eternos amigos da Metropolitana, minha extrema gratidão! Em especial, por abrirem espaço à minha participação no inigualável Radar Noticioso, capitaneado pela extraordinária comunicadora Marilei Schiavi, ao lado dos seus dedicados colaboradores. Enquanto líder rural, vereador, deputado estadual, prefeito e deputado federal, de 1970 a 2018, a Metropolitana sempre amplificou nossas ações de interesse social.


Registro com emoção as merecidas e justas homenagens ao Dia do Radialista, pinçando dois profissionais de altíssimo quilate da Rádio Metropolitana de Mogi das Cruzes: o saudoso Ivan Siqueira, corajoso guerreiro e valente radialista que marcou época; e a nossa amigona do peito, Marilei Schiavi, indiscutivelmente, um patrimônio cultural e intelectual do sistema radiofônico nacional. Parabéns e muito obrigado!



Foto de 2019 (antes da pandemia)


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Cruzada contra o pedágio

 

Reafirmo meu integral apoio à população, às vozes legítimas da sociedade civil, aos vereadores e demais autoridades, como o prefeito Marcus Melo e o vice Juliano Abe, que lideram a cruzada contra o pedágio na Rodovia Mogi-Dutra, pretensão tresloucada do Governo do Estado de São Paulo.


Os argumentos já apresentados contra a malfada ideia são justíssimos e consistentes. Mergulho de cabeça nesse ato cívico, que também é um manifesto de gratidão ao sempre  prefeito Waldemar Costa Filho, responsável pela construção da rodovia com recursos dos impostos pagos pelo povo mogiano. Igualmente, registro os fatos que marcaram a duplicação da Mogi-Dutra. Foi uma conquista da união geral, com indispensável respaldo da Imprensa.

 

Fui um desses soldados na linha de frente. Exercia o 2º mandato como deputado estadual. Apesar da forte campanha deflagrada pelas lideranças, em 1995, o então governador Mário Covas estava às voltas com a herança de volumoso deficit orçamentário, financeiro e fiscal, que colocou São Paulo em estado de calamidade pública. Levei o apelo de Mogi. Embora nem pertencesse ao mesmo partido político do governador, fui bem acolhido e virei o representante do Covas na região.

 

Apresentei a ele a necessidade premente da duplicação da Mogi-Dutra. Covas foi curto e grosso, dizendo que, se eu conseguisse recurso estadual para elaborar o projeto, ele licitaria a obra. Imbuído da missão, bati à porta da Diretoria de Operações do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER), onde relatei o caso ao saudoso diretor, engenheiro Pedro Brassioli. Sensível ao clamor, em seis meses, o amigo – a quem homenageio com gratidão – conseguiu os R$ 150 mil (da época) necessários ao projeto de duplicação, que foi elaborado.

 

Coube à ganhadora do certame licitatório executar a duplicação da Rodovia Mogi-Dutra. A obra foi inaugurada em 15 de janeiro de 2005 pelo então governador Geraldo Alckmin, coincidindo com o início do meu 2º mandato de prefeito de Mogi das Cruzes.  Naquele dia de festa, ficou destacada a gratidão ao extraordinário benfeitor da nossa Cidade e Região, o grande governador Mário Covas, que falecera em 2001, menos de um ano depois de vir a Mogi manifestar apoio à minha candidatura a prefeito.  

 


Este histórico é fundamental para rechaçar os argumentos da Artesp e demais órgãos do governo estadual a favor do injustificável pedágio. Fique cristalino que o povo mogiano bancou a construção da Rodovia Mogi-Dutra, assim como participou financeiramente das obras de duplicação que, em nenhum momento, despertaram a estapafúrdia ideia de um posto de cobrança.

 

Sou favorável à política de concessão de rodovias à iniciativa privada do governo João Doria. Contudo, repito, sou totalmente contra à instalação de um posto de pedágio em qualquer local da Mogi-Dutra. Pior ainda: propor que mogianos paguem por melhorias na malha viária do Litoral Sul.

 

Municípios do Alto Tietê, como Mogi das Cruzes, Suzano, Biritiba Mirim e Salesópolis, amargam décadas de sacrifício, sem qualquer compensação econômica, financeira ou social. Refiro-me às construções de Barragens da Ponte Nova, Taiaçupeba, Jundiaí e Biritiba Mirim, que compõem o Sistema Produtor de Água do Alto Tietê, para abastecer milhões de paulistas da Região Metropolitana. Para começar, milhares de hectares de terras produtivas do Cinturão Verde foram desapropriadas por valores ínfimos, que privaram produtores e seus trabalhadores rurais de continuarem na agricultura. Isto afetou gerações. Não bastasse, a condição de polo produtor de água restringe a expansão econômica nessas cidades.

 

Ao longo de três mandatos como deputado estadual e outros dois como prefeito de Mogi, inclusive, presidindo a antiga Amat – Associação dos Municípios do Alto Tietê, atual Condemat – Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê, empreendemos ferrenhas lutas em prol de compensação tributária ou financeira do Estado aos municípios prejudicados. Exigíamos o mesmo tratamento dado pelo governo federal às cidades que tiveram áreas desapropriadas para construção de hidrelétricas e represamento de águas. Elas têm compensações para aliviar os prejuízos decorrentes da missão gerar energia elétrica. Por que não nós que produzimos água?  

 

Enquanto deputado federal, reforçamos a guerra pela compensação do Estado, com a ajuda de parlamentares do Brasil todo. Nada deu resultado. Continuamos só no prejuízo.  

Também somos privados do aproveitamento das margens das represas para exploração do turismo, ainda que regrado para não afetar o abastecimento de água. Some-se ainda o aumento das leis de proteção ambiental, que restringiram impiedosamente as atividades econômicas, tanto na zona urbana quanto rural, como em Biritiba Mirim e Salesópolis.


Ofereço essas considerações para fortalecer ainda mais os argumentos contra a instalação de pedágio na Mogi-Dutra. Em especial, chamo a atenção da gestão Marcus Melo e Juliano Abe, que já anunciou o veto à concessão de licença ambiental para o macabro empreendimento do governo estadual. Afinal, o impedimento ambiental que vale para nossas margens de represas também tem de valer para as bordas da nossa Mata Atlântica. Estamos juntos, num só objetivo cívico, humanitário e municipalista! #PedágioNão

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Boa leitura!

 

#DiaNacionaldoLivro – Tempo de comemorar o Dia Nacional do Livro! Transmitir conhecimento, enriquecer as pessoas culturalmente, divertir, relaxar e, além de outras coisas, ser uma boa companhia. São funções básicas do livro. A celebração desse fundamental instrumento de difusão cultural remonta à data de fundação da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, a maior da América Latina e entre as dez maiores do mundo.


É nosso dever cultivar e incentivar o hábito da leitura! Um dos grandes desafios dos professores da educação básica é ensinar os alunos a ler. Não falo só de decifrar códigos, mas de adquirir o hábito de ler. Seja para se informar, estudar ou por prazer, a prática da leitura aprimora o vocabulário, facilita a escrita, dinamiza o raciocínio e a interpretação. Infelizmente, com o excesso de informações alavancado pelas tecnologias do mundo moderno, cada vez menos, as pessoas dedicam-se à leitura.


O contato com os livros ajuda ainda a formular e organizar uma linha de pensamento e, dessa forma, vira aliado na hora de elaborar uma redação. Vamos recomendar a leitura como ótima opção para as férias, pois é um instrumento técnico para memorização de conteúdos, dando ao aluno a oportunidade continuar aprendendo, mesmo não indo às aulas.


O hábito da leitura é fundamental como exercício de fixação, já que boa parte dos assuntos estudados na escola é ensinada apenas na teoria. Além disso, durante a leitura, é possível notar faces diferentes de um mesmo tema, descobrindo um novo mundo, cheio de aspectos desconhecidos. Não é raro as pessoas afirmarem que não têm paciência para ler um livro. No entanto, é tudo uma questão de hábito. De transformar a leitura em prazer.



Poesias, romances, epopeias, jornais, revistas, vale tudo no rico universo de benefícios propiciados pela leitura. Uma criança que incorpora a leitura como prazer tem a imaginação mais aguçada, a escuta atenta e melhor linguagem. Diante da riqueza da literatura brasileira, algumas obras e autores não podem passar despercebidos, haja vista sua relevância para nossa cultura. Nunca é demais consultar boas indicações, além das listas formuladas pelos professores. #BoaLeitura

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Delícias da vida

 

#TreinodoGael - É sabida a importância da prática esportiva para gente de todas as idades. Faz um bem danado para a saúde física e mental, além de estimular a socialização. Este conceito norteou nossas duas gestões como prefeito de Mogi das Cruzes (de 2001 a 2008), dentro da prioridade para o ser humano, com cuidados desde sua existência na barriga da mãe.  De cara, criamos a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, implementando essas atividades em todas as estruturas, com a participação integral da sociedade. O processo envolveu escolas da rede municipal, associações de bairros, entidades classistas, socioesportivas e clubes, além de revitalizar centros esportivos, criar novos espaços públicos e multiplicar a oferta de aulas gratuitas e programas de esportes.

 

Tamanha a envergadura dos projetos implementados que, até hoje, muitos sobrevivem e continuam bombando com resultados fabulosos. É o caso das escolinhas de esportes, da transformação de espaços públicos ociosos na periferia em áreas esportivas (hoje, chamado de Bola na Rede), da Rua Feliz (rebatizada como Bairro Feliz), do Sanção Premial – clubes cedem suas dependências às crianças da rede municipal em troca de incentivos fiscais –, da bateria de melhorias em quadras e ginásios esportivos, etc...

 

Sempre fui aficionado dos esportes. Em especial, um apaixonado pelo futebol. Desde criança, participava de campeonatos e até fui um zagueiro bem razoável (rsrs)... Hoje, continuo apenas fiel espectador e sãopaulino roxo (e sofrido com as agruras do Tricolor paulista, que não deslancha!).

 

Diferentemente de mim, talvez pela influência nos tempos da escola infantil, meu filho Juliano, desde a tenra idade de 6 anos, adora beisebol. Já jogou com sucesso em clubes norte-americanos, quando estudava nos EUA. Agora, repassou sua paixão ao meu netinho Gael Junji. Aos 8 anos, ele segue firme os passos do pai. Pratica no Centro Esportivo da Associação Cultural de Mogi das Cruzes (Bunkyo), localizado no Bairro de Porteira Preta, aqui em Mogi.


Com muita alegria, como vovô-coruja, registro o treino do Gael, num domingo de sol, sob a orientação do pai Juliano! #DelíciasdaVida



Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

 

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Dinheiro na cueca

 

“Seria cômico, se não fosse trágico”, como prega o dito popular. A espiritualidade picante vem de José Simão, um dos maiores colunistas do jornalismo humorístico brasileiro. O tema de Simão é o caso do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado com dinheiro escondido nas nádegas, sob a cueca, para tentar se livrar da fiscalização. Dá-lhe, Macaco Simão:


“Ueba! Senador usando o PIX e o CUX! Isso é o que eu chamo de dinheiro sujo” “Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador geral da República”

“Por isso que o ministro Barroso proibiu o vídeo, as imagens estavam borradas! O Brasil tá na fase anal? Rarará”



Voltando ao fato que nada tem de engraçado, apelo ao Senado, Judiciário e demais poderes das três esferas para que cada qual, dentro de suas atribuições, tomem as devidas providências contra senador Chico Rodrigues. É indispensável discutir e votar pela cassação do mandato do indecoroso político, assim como aplicar punições exemplares, inclusive, pena de reclusão, além de colocar as estruturas de segurança pública trabalhando 24 horas contra irregularidades e denúncias de corrupção. Em especial, aquelas envolvendo agentes públicos, como o senador que deveria dar exemplo de boa conduta à sociedade.


Amigas e amigos, peço desculpas por convidar a rir das tiradas impagáveis de José Simão num momento de tantos milhões de vidas perdidas para a Covid-19. Mas, a gente também precisa de um pouco de leveza para enfrentar a realidade cruel. Faz bem à saúde! Principalmente, nestes tempos de isolamento social que nos priva de momentos de bom humor e alegria.


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo