sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Resgate do Judiciário

 

(Foto: Rosinei Coutinho/STF)


#CódigoNoSTF – Lamentavelmente, avolumam-se as notícias de envolvimento de membros do Poder Judiciário em assuntos que fogem da ética e moral, atingindo até ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Como modesto cidadão brasileiro que sempre acreditou no Poder Judiciário, estou preocupado com a performance de certos juízes que denigrem a imagem da Justiça.

 

O atual presidente do STF, ministro Luiz Edson Fachin, mesmo causando desconfortos a alguns membros da Corte, busca a aprovação do novo Código de Ética do STF. Para relatar a matéria, ele escolheu a ministra Carmen Lúcia, que possui trânsito entre diferentes alas do STF, notadamente diante da crise de imagem e da pressão por investigações sobre magistrados e seus familiares. Ela é decana da Primeira Turma.

 

Diferentemente dos demais pares, a ministra não tem parentes, filhos ou cônjuge, com processos correndo na Corte. É muito reservada e costuma fazer suas declarações apenas na tribuna ou da bancada do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde é a atual presidente.


Membros da Suprema Corte e seus familiares são alvos do Congresso Nacional, por meio de Comissões Parlamentares Mistas de Inquéritos e de Comissões Parlamentares de Inquéritos, e também da imprensa. É o caso do ministro Dias Toffoli, relacionado ao rumoroso caso de liquidação do Banco Master, promovida pelo Banco Central (BC). Igualmente do ministro Alexandre de Moraes e ex- ministro Ricardo Lewandowski, que têm familiares contratados como advogados na defesa do Banco Master.

 

Além da ética e moral, esperamos que a sede ilimitada dos juízes em geral por penduricalhos também seja tema da relatora, ministra Carmen Lúcia. Um em cada quatro juízes ganhou mais de R$ 100 mil de remuneração, somente em janeiro último. Portanto, quase 4 mil magistrados receberam acima do teto constitucional mensal de R$ 46.366,19.

 

Torcemos pela eficiência da ação saneadora em prol da ética e moral no Judiciário, porque a Justiça é o principal alicerce de equilíbrio e bom senso para a sociedade. Cabe a ela a função de aplicar as leis e garantir os direitos individuais, coletivos e sociais, resolvendo conflitos entre cidadãos, entidades e Estado. #ResgateDoJudiciário

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Estrelas das telas

 


#Os5Maiores – No final do ano passado, li uma notícia em que o magistral cineasta Steven Spielberg (de sucessos como Tubarão, E.T., Jurassic Park, A Lista de Schindler, O Resgate do Soldado Ryan, entre outros) responde a outro famoso cineasta, Stanley Kubrick, quais os cinco maiores atores do cinema americano.

Fiquei interessado, como amante de filmes desde a juventude, haja vista que o cinema era uma pouquíssimas opções de entretenimento nos fins de semana. Gostava de faroeste, mas também via os emocionantes dramas.

Segundo Spielberg, eis os cinco maiores atores americanos:

- Spencer Tracy

Símbolo do cinema clássico de Hollywood, Spencer Tracy ficou conhecido pela naturalidade com que interpretava papéis complexos. Ganhou dois Oscar consecutivos por "Marujo Intrépido" (1937) e "Com os Braços Abertos" (1938). Parceiro de Katharine Hepburn em diversos filmes, era admirado por sua entrega total diante das câmeras e por dar credibilidade a qualquer roteiro.

- Henry Fonda

Com uma carreira que atravessou mais de 50 anos, Henry Fonda foi um dos grandes representantes do homem comum americano no cinema. De "As Vinhas da Ira" (1940) a "Doze Homens e uma Sentença" (1957), interpretou personagens éticos e de forte consciência moral. Ganhou o Oscar por "Num Lago Dourado" (1981), em uma despedida emocionante das telas.

- Jimmy Stewart

O carisma e a autenticidade de Stewart definiram uma era. Ícone de “A Felicidade Não Se Compra” (1946) e parceiro frequente de Alfred Hitchcock, estrelou clássicos como "Janela Indiscreta" e "Um Corpo que Cai". Sua voz marcante e seu jeito introspectivo fizeram dele o retrato da vulnerabilidade masculina no cinema americano.

- Cary Grant

Elegância, charme e humor refinado tornaram Grant um dos maiores astros da era dourada de Hollywood. Brilhou em "Levada da Breca" (1938), "Intriga Internacional" (1959) e "Charada" (1963). Alfred Hitchcock o definia como "o homem que todo homem gostaria de ser e toda mulher gostaria de amar".

- Clark Gable

Consolidou-se como o rei de Hollywood com "E o Vento Levou" (1939). Dono de um magnetismo inigualável, também brilhou em “Aconteceu Naquela Noite” (1934), que lhe rendeu o Oscar. Sua combinação de talento e sensibilidade o transformou em um ícone artístico e referência para gerações de atores.

 

Homenageando os grandes atores, celebro também as atrizes que interpretaram papéis memoráveis em filmes inesquecíveis. Afinal, as célebres interpretações despertam genuínas emoções e marcam para sempre a alma. #EstrelasDasTelas

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Folia cancelada

 

#TristeRealidade – O Carnaval é a maior festa popular do Brasil. Celebra a cultura brasileira com blocos de rua, desfiles de escolas de samba e trios elétricos, entre outras demonstrações de pura energia e total alegria que atraem milhões de participantes de centenas de países, injetando bilhões de reais na economia nacional.

Eis as principais modalidades:

- Desfiles: escolas de samba, com origem no Rio de Janeiro e São Paulo, criam desfiles temáticos grandiosos.

- Blocos de Rua: eventos gratuitos que arrastam multidões, com destaque para o carnaval de rua de São Paulo que, neste ano, atraiu mais de 16 milhões de pessoas.

- Ritmos: samba, maracatu e frevo são alguns dos símbolos musicais da festa.

- Origem: introduzido pelos portugueses no século XVII, o “entrudo” é o ato de grupos saírem às ruas para jogar nas pessoas ovos, farinha e bolas de cera cheias de água com cheiro de limão.

 

A festa popular é tão significativa que impulsiona o ditado de que “no Brasil, a vida só começa após o Carnaval. Porém, em ano eleitoral, há feitos que desmerecem certos políticos que abusam das ditas “Emendas Parlamentares” visando exclusivamente a própria reeleição.

 

Em 9 de fevereiro, antecedendo o Carnaval, a Imprensa noticiou: “Emendas Parlamentares inflam cachês e prefeituras cancelam Carnaval pelo Nordeste”. Há bandas que, de um ano para o outro, aumentaram o preço em mais de 100%, conforme a Associação dos Municípios do Ceará (Aprece).

 

As cidades cearenses de Tauá, Caucaia e Jaguaretana cancelaram os festejos. No Rio Grande do Norte, Paraú e Santa Luzia também anunciaram que os recursos serão usados em ações contra os impactos da seca. O município cearense de Massapê reduziu o Carnaval de quatro dias para somente um dia: “as bandas estão cada uma mais cara que a outra; banda que nem é essas tops das galáxias querendo R$ 500 mil. Está virando negócio absurdo. A gente vive num estado pobre e não tem sentido quebrar uma cidade para fazer a festa”, justificou o prefeito Ozires Pontes, de Massapê.

 

O presidente da Aprece, Joacy Alves Júnior, diz que as emendas parlamentares de deputados federais e senadores contribuíram para a alta dos cachês. “Com a criação da Emenda Pix, uma prefeitura recebe o dinheiro e pode fazer a festa. Isto aumenta o preço porque, se esse município não tivesse esse dinheiro, não teria como pagar”.

 

Resta lamentar a postura de certos congressistas que, visando a própria reeleição, acabam comprometendo os momentos de alegria do povo, principalmente em municípios pobres dos estados nordestinos, onde são limitadas as oportunidades gratuitas de diversão e acesso à cultura brasileira. #FoliaCancelada

 

(Crédito: EBC)

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Trabalho escravo

 

#SinalDeAlerta - A Organização Internacional do Trabalho (OIT), no relatório de 2021, demonstrou que no mundo 50 milhões de pessoas viviam em escravidão moderna ou trabalho análogo ao de escravo. Destas, 28 milhões estavam em condição de trabalho análogo ao de escravo e as demais, presas em casamentos forçados. Não existe um censo exato para o Brasil. Estima-se mais de 1 milhão. Em 2023, foram resgatados 3.151 trabalhadores brasileiros da condição de trabalho análogo ao de escravo.

 

Até hoje, o Brasil não conseguiu acertar as contas com sua dolorosa história de escravidão. Sem reparação histórica efetiva, perdura o trabalho forçado. Apesar dos avanços no combate às condições de trabalho análogas à escravidão, o País segue enfrentando desafios críticos para garantir a transparência nas cadeias produtivas e a devida diligência em direitos humanos, áreas em que a legislação é notoriamente insuficiente.

 

Apesar da triste realidade, há dois fatos positivos no combate à terrível modalidade: as penalidades impostas pela lei e a adoção de medidas como a “Lista Suja”, que menciona empresas flagradas por explorar o trabalho escravo. São instrumentos eficientes para conscientização da sociedade e necessários para fiscalizar e punir os infratores.

 

O Brasil precisa avançar mais com legislações bem definidas para combater a escravidão moderna. Inglaterra, Austrália e Alemanha, entre outras, adotaram legislações específicas, como o “Modern Slavery Act” exigindo que empresas publiquem relatórios detalhados sobre seus esforços para combater o trabalho escravo e outras violações de direitos humanos.

 

Com leis que exijam total transparência e devida diligência, será possível avançar na proteção dos direitos humanos, fortalecendo o compromisso de erradicar todas as formas de escravidão humana. O trabalho em condições análogas à escravidão no Brasil acontece tanto em áreas rurais de produção alimentar como na zona urbana, principalmente, em pequenas empresas de confecções, onde atuam imigrantes bolivianos, venezuelanos e peruanos, entre outros.



Por tudo isso, apelo aos governantes, legisladores e lideranças empresariais para se unirem visando a eliminação do trabalho análogo à escravidão. #FimDoTrabalhoEscravo


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Ânimos exaltados

 

#CasoHavaianas – São impressionantes as reações de ordem ideológica e política diante de atos ou frases, quando a polarização está ativa. “Direita pede boicote à Havaianas após comercial com Fernanda Torres”, intitulava matéria da Uol sobre uma dessas situações. Eis o texto da discórdia, dito pela atriz na campanha publicitária:  “Desculpa, eu não quero que você comece 2026 com o pé direito. Não, não é nada contra a sorte, mas vamos combinar: sorte não depende de você, né? Depende de sorte. O que eu desejo é que você comece o ano novo com os dois pés. Os dois pés na porta, os dois pés na estrada, os dois pés na jaca, os dois pés onde você quiser. Vai com tudo! De corpo e alma, da cabeça aos pés”.

 


Nas redes sociais, internautas acusaram a marca de se posicionar politicamente a favor da esquerda e pediram boicote, afirmando que trocarão as Havaianas pela concorrente, sandálias Ipanema. Creio que essa oposição à promoção da Havaianas tem tudo a ver com a sabida posição de esquerda da atriz, estrela do premiado filme “Ainda Estou Aqui”, que versa sobre a ditadura no Brasil.

 

Políticos como senador Cleitinho Azevedo, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, deputado federal Nikolas Ferreira e até o grande empresário Luciano Hang (Havan) declararam-se totalmente contrários à campanha publicitária dos chinelos Havaianas e anunciaram que iniciariam o ano novo utilizando as sandálias Ipanema.

 

Após a virada do ano, tudo indica que voltamos ao normal. Isso não muda minha percepção sobre os prejuízos que a polarização traz ao povo e ao País. A preocupação cresce neste ano eleitoral, quando os ânimos de ordem política e ideológica devem subir à proa das discussões, afetando o bom senso, a democracia e até direitos constitucionais consagrados no Artigo 5º da nossa já tão judiada Constituição Federal: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade e à propriedade...” #ÂnimosExaltados

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Expoente mundial

 

(Foto: Domicio Pinheiro / Ag. Estado)

#ReiPelé – Em se tratando do maior jogador de futebol de todos os tempos, Pelé, a notícia nunca é velha. No novo livro do Guinness World Records, integralmente dedicado a recordes do futebol, lançado em janeiro último, o Rei Pelé foi consolidado como o nº 1 do mundo. É destacado por marcas inigualáveis, como o único a vencer três Copas do Mundo e a colecionar mais de 1.200 gols na carreira. Eis os expoentes da performance:

- Único tricampeão mundial com as Copas de 1958, 1962 e 1970. 

- Maior artilheiro, reconhecidamente com 1.283 gols (embora a Fifa contabilize apenas jogos oficiais, em que totalizam 767).

 

A homenagem e o reconhecimento reforçam o status de Pelé como o maior de todos os tempos, sendo um dos poucos brasileiros incluídos na nova edição do Guinness World Records. A obra destaca também os 37 títulos oficiais acumulados, incluindo as conquistas pelo Santos FC e Seleção Brasileira.

 

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, nasceu em Três Corações/MG, em 23/10/1940, e cresceu em Bauru/SP, onde começou a brilhar no futebol amador. Estreou no Santos FC aos 15 anos, tonando-se o maior ídolo do clube com inúmeros títulos, incluindo duas Libertadores e dois Mundiais interclubes.

 

Pelé estreou na Seleção Brasileira aos 16 anos, com um total de 77 gols em 92 jogos oficiais. Foi campeão da Copa do Mundo de 1958, com apenas 17 anos. Já no final da sua carreira, foi convidado pelo New York Cosmos (EUA) para popularizar o futebol na nação americana. Responsabilidade aceita e consagrada. Na edição anterior do Guinness, Pelé já tinha sido eleito o “Atleta do Século” pelo COI, em 1999.

 

Em razão de sua vida exemplar como ser humano e como atleta, exerceu a função de Ministro dos Esportes do governo brasileiro de 1955 a 1998. Ocupou ainda o alto cargo de Embaixador da ONU e UNESCO. Sem dúvida, Pelé está anos luz à frente de outros excepcionais jogadores, como os imortais Garrincha (Brasil), Maradona (Argentina) e outros como Cristiano Ronaldo (Portugal) e Messi (Argentina).

 

Falecido em 29/12/2022, Pelé deixa infinitas saudades e um legado eterno para o mundo, dentro e fora de campo. Ele é referência e inspiração, principalmente para crianças e jovens, como excepcional atleta e nobre ser humano. #VivaPelé #ExpoenteMundial

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Suporte emocional

 

#BoasAmizades – Quanto mais o tempo passa, melhor entendemos o significado das boas amizades. Ao lado de uma família unida e harmônica, elas são a chave para uma vida longa e feliz. Os amigos oferecem suporte emocional, reduzindo estresse e ansiedade, melhorando a saúde física e mental, fortalecendo a autoestima e promovendo hábitos saudáveis. Afastam a solidão e, compartilhando experiências, nos fazem sentir pertencentes a uma família escolhida.

 


A coluna “VivaBem”, da Uol, destaca aspectos fundamentais sobre a amizade:

- Saúde Física: aumenta a longevidade e melhora a qualidade de vida, combatendo hábitos ruins, fortalecendo o sistema imunológico e ajudando no controle de doenças como hipertensão e diabetes.

- Desenvolvimento Pessoal: amigos são incentivadores e espelhos, ajudando no amadurecimento e na versão melhor de nós mesmos, promovendo atividades conjuntas.

- Ouvir atentamente o amigo, mostrando que você se importa com o que ele passa.

- Lealdade: evitar fofocas, sendo sempre um porto seguro para o amigo.

- Investir em Tempo: a rotina não deve impedir o contato, um simples “oi” pode fazer a diferença.

 

Diz o ditado que “boas amizades são a família que escolhemos”, e a ciência concorda: além dos familiares, os amigos são as pessoas com quem estabelecemos vínculos mais significativos e duradouros, fundamentais para o nosso desenvolvimento psíquico e social em todas as fases da vida.

 

Na infância, as amizades são o primeiro laboratório de socialização. Na adolescência, elas se tornam cruciais para a construção de identidade e a formação da autoimagem. Na terceira idade, são fundamentais para combater a solidão.

 

“Pessoas com amizades sólidas têm 50% mais chances de sobrevivência. A ausência de amigos provoca problemas de saúde comparáveis aos causados pela obesidade, abuso de álcool e pelo consumo de 15 cigarros por dia”, mostra uma revisão de 148 estudos, realizada por especialistas da Brighan Young University e da University of North Carolina, nos Estados Unidos, conforme a coluna VivaBem.

 

Estudo da American Cancer Society concluiu que o isolamento social aumenta os riscos de morte prematura por qualquer causa. Portanto, é altamente relevante cultivarmos boas amizades, essenciais para a nossa saúde mental, nos ajudando a ser mais humanos, além de nos sentirmos validados e acolhidos.

 

O cultivo de amizades exige reciprocidade (ida e vinda) e contato, abrindo espaço na agenda para um café, momentos para conversar, desabafar ou pedir conselhos. Não há desculpa para distância, com a disponibilidade de telefone e internet.

 

No contato presencial, é fundamental a dedicação por inteiro, abdicando do celular e com foco no que o amigo está falando. Isso é muito importante, seja para desabafar ou oferecer um ombro solidário a quem está passando por um momento difícil.

 

Vamos lapidar as boas amizades, porque elas são essenciais para produzir alegria, solidariedade, afeto, apoio, paz, amor e felicidade! #SuporteEmocional

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo