terça-feira, 14 de abril de 2026

Spray de pimenta

 

(Imagem: Reprodução)

#ProteçãoÀsMulheres – Diante de incontáveis formas de agressão às mulheres, a Câmara Federal aprovou o projeto de lei (PL 727/2026) que autoriza o uso de spray de pimenta pelas mulheres como autodefesa. A iniciativa, de autoria da deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE), foi aprovada em 9 de março e seguiu para análise do Senado. A medida, que vale para maiores de 18 anos ou 16 anos (com a devida autorização dos pais), permite comprar e portar o produto para repelir violência visando a neutralização temporária do agressor e a fuga segura.

 

Havendo aval do Senado e promulgação da lei pela Presidência da República, a aquisição de spray de pimenta poderá ocorrer com a apresentação de documento pessoal com foto e autodeclaração de ausência de condenações criminais. O PL estabelece que o frasco deve comportar o máximo de 50 ml e conter dispositivo de segurança para evitar disparos acidentais; o spray não pode ser letal nem causar toxidade permanente; e deve ser proporcional e moderado, servindo para incapacitar temporariamente o agressor.

 

É especificado que o disparo do spray ocorra em situação de legítima defesa, evitando o uso indevido, porque o projeto prevê penalidades e multas (até 10 salários mínimos) e apreensão do produto em caso de uso indevido, ou seja, fora do contexto de proteção pessoal.

 

Além do spray de pimenta, seria interessante que mulheres com interesse e condições físicas para modalidades de autodefesa aprendam algo como judô, jiu-jitsu, karatê, kickboxing, etc. Aliás, poderia haver um programa gratuito para oferecer aulas de autodefesa para as mulheres. Afinal, ao lado de severas punições aos criminosos, prevenção nunca é demais. #SprayDePimenta

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Relação inspiradora

 

#MulheresNaMira – Agressões verbais e físicas, assédio, desrespeito, estupros e violência de toda ordem são notícias diárias. O relatório oficial aponta que, em 2025, 1.568 mulheres foram mortas, um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior, com 1.492 mortes. Em média, quatro mulheres são assassinadas diariamente no País. 90% dos crimes são cometidos por maridos, ex-maridos, companheiros e ex-companheiros.

 

Em 65% dos casos o feminicídio ocorre dentro da residência das vítimas. 64% das vítimas são mulheres negras e 70% delas possuem idades entre 18 e 44 anos. Armas brancas (facas e objetos perfurantes) são as mais utilizadas, seguidas de armas de fogo.

 

Vale registrar que o número real de vítimas pode superar em 38% os registros oficiais, pela ausência de denúncias. Os assassinos não respeitam determinações como afastamento do lar, proibição de contato e medida protetiva. Diante do aumento dos feminicídios no Brasil, 5º lugar no mundo, e super preocupado com a realidade que enfrentamos, destaco o exemplo de relação humana e familiar proporcionado à sociedade pelo ex-casal Fátima Bernardes (63) e Wiliam Bonner (62). Separados desde 2016 e pais dos trigêmeos Beatriz, Laura e Vinícius, eles mantêm um relacionamento extremamente cordial.

 

Tempos atrás, Fátima que deixou a emissora Globo em 2024, após 37 anos, deparou-se com o ex-marido William, na gravação do programa Globo Repórter, que ele faz ao lado da excelente apresentadora Sandra Annenberg (57). O momento foi compartilhado no Instagram da atração, com a legenda: “Hoje teve visita surpresa na redação do Globo Repórter! Volte sempre, Fátima!”

 

Esta relação de respeito, consideração e amizade do ex-casal Fátima e Bonner é inspiradora e fundamental para o bem-estar dos filhos, que necessitam da companhia dos pais permanentemente. #RelaçãoInspiradora

 

(Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 7 de abril de 2026

Gostoso Bate-Papo

 


#EntrevistaÀMarilei – Eu e Juliano, meu filho, tivemos a alegria e honra de participar de uma importante entrevista comandada pela brilhante jornalista Marilei Schiavi, comunicadora que é referência no Alto Tietê. Foi em 18 de março, no estúdio da RTV, Distrito de Cezar de Souza, em Mogi das Cruzes. O interessante formato do programa versou sobre o nosso passado, presente e futuro, com fotos de queridos familiares sendo mostradas no transcorrer do gostoso bate-papo.

 

Falamos dos ancestrais Makie e Tokuji Abe, imigrantes japoneses que chegaram ao Brasil em 1928, com 44 e 46 anos de idade, respectivamente, trazendo os filhos Izumi (meu pai, com 15) e Tiyoko (12). Diferentemente da maioria dos imigrantes, eles não foram trabalhar nas grandes fazendas de cafés, no interior paulista. Aceitaram o convite do Sr. Anan, da mesma província de Oita/Japão, para trabalhar em seu sítio, no bairro mogiano de Porteira Preta.

 

Após apenas 6 meses como empregados, passaram a ser meeiros e, em 1 ano, já eram arrendatários. Graças aos esforços descomunais, em 2 anos, a família Abe já havia adquirido 6 alqueires de terra no bairro vizinho de Vila Moraes e, em 1933, tornou-se dona de 20 alqueires no hoje distrito de Biritiba Ussu, Com 20 anos, Izumi casou-se com a linda Fumiko, de 18. Da união, vieram Hatue, Hidekasu, eu, Shizuyo e Hissae.

 

Nossos avós e pais, além de se dedicarem à família, eram verdadeiras máquinas de trabalho, com espírito de empreendedorismo, que transformaram os iniciais 20 alqueires em uma fazenda de 200 alqueires nos anos de 1960. A propriedade cresceu até a inacreditável marca de 350 alqueires na década de 1980. Não por menos, foram reconhecidos como os maiores produtores familiares de hortigranjeiros do Brasil. Tal fato motivou a Câmara Municipal de Mogi a homenagear o vovô Tokuji e o papai Izumi com os títulos honoríficos de “Cidadão Mogiano”.

 

Somos herdeiros de um legado inimaginável que redunda nos princípios que eles nos deixaram e estão gravados em nossa alma: “Amar este País de todo o coração, ajudar o povo em tudo que for possível e fazer mais pelo Brasil que os próprios brasileiros”.

 

Conduzida magistralmente pela amiga Marilei, a entrevista avançou no campo da minha liderança rural e política, sem esquecer da minha amada Elza, a quem conheci por intermédio do saudoso e inesquecível amigo Minor Harada, que foi um dos padrinhos do nosso matrimonio, celebrado pelo inigualável Padre Vicente, na Catedral de Sant’Ana.

 

Sou uma pessoa muito feliz e privilegiada, com uma esposa maravilhosa que cuidou da educação dos nossos filhos Juliano, Daniela e Mariana, em razão da minha ausência pelos compromissos de ordem sindical, cooperativista e político-partidária. Contei à Marilei da minha eterna gratidão a Deus por ter colocado a Elza em meu caminho para se tornar minha esposa.

 

Com a alma cheia de orgulho, afirmei que Juliano é um exemplo de pai, sempre mostrando os caminhos para formar cidadãos e profissionais capazes de servir à sociedade e ao Brasil. Também comentei dos meus 85 anos de vida saudável com 7 netos maravilhosos. Falamos de outros assuntos envolvendo as nossas famílias e acabamos ultrapassando o tempo pré-estabelecido de 1 hora de entrevista.

 

Agradecemos demais à querida amiga Marilei pelo carinho, respeito e amizade! Também pedimos que ela transmitisse nossa gratidão ao amigo Mario Theo Magalhães, proprietário da RTV, pelos inestimáveis serviços que presta a Mogi e Região! #GostosoBate-Papo

 


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Inteligência artificial

 

#MaresRevoltos – A mente humana é excepcional no desenvolvimento de projetos que transformam o cenário mundial com celeridade. No setor empresarial, a amplitude das mudanças nas atividades econômicas contribui com os empreendedores e pode prejudicar os colaboradores com a redução e até extinção de empregos, por conta dos avanços tecnológicos.

 

Para nós da velha guarda, há aproximadamente 70 anos, observávamos a troca dos animais (bois, cavalos e burros) pelos primeiros tratores na lavoura. Mais adiante veio a internet, com redes sociais, aplicativos e etc, que acabaram com jornais impressos; o comércio eletrônico com entregas em domicílio; a quase completa substituição dos taxistas pelos uber e 99; e o crescimento das transações bancárias virtuais (pix, crédito/débito, ted, doc); entre outras mudanças.

 

A empresa de pagamentos Block, em Oakland/Califórnia (EUA), com filiais em diversas cidades do mundo, operando no modelo trabalho remoto, demitiu num tranco só 4 mil pessoas. Ou seja, substituiu 40% da sua força de trabalho pela Inteligência Artificial (IA) e suas ações dispararam 20%.

 

Em 22 de fevereiro último, a empresa de pesquisa econômica Citrini publicou um artigo sobre o impacto econômico da IA até 2028. No dia seguinte, as ações de várias empresas de renome desabaram: IBM recuou 13% com o temor de que parte dos seus serviços possa ser feito por IA, perdendo U$ 31 bilhões (pior queda desde 2000); situação semelhante atingiu a gigante SAP, Accenture, empresas indianas e setores de delivery, transporte por aplicativo e setores financeiros.

 

Tarefas complexas que antes exigiam equipes organizadas e bem informadas, começam a ser substituídas por IA. O relatório da Citrini aponta que a IA está se tornando eficiente no manejo de habilidades corporativas tradicionais, como gestão de projetos, organização de relatórios, planilhas, rotinas, análises jurídicas, contábeis, apresentações, design e programação.

 

Em 2028, boa parte do trabalho será feito usando a IA em quaisquer línguas. A Citrini demonstra que a produção econômica cresce, mas o dinheiro não circula mais pelas famílias por causa da eliminação de muitos empregos, prevendo que a participação do trabalho no PIB cairá dos atuais 56% para 46%, com dinheiro do salário retido na empresa como lucro, descontado o gasto com a IA.

 

O ocorrido com a Block tende a se repetir com a maioria das empresas, conforme o relatório da Citrini. Portanto, é fundamental que os jovens tenham conhecimento das possíveis substituições de funções por IA para não ficarem náufragos, sem porto-seguro no mercado de trabalho. Apesar da preocupante situação, a prevenção é essencial para uma boa navegação em mares revoltos. #InteligênciaArtificial

 

(Elis Regina e Maria Rita em dueto feito com IA para a Volkswagen — Foto: Reprodução)

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 31 de março de 2026

Insegurança econômica

 


#MaiorPreocupação – Independentemente do continente ou do nível de desenvolvimento, há um sentimento que se repete: insegurança econômica. O custo de vida, o medo do desemprego e a dificuldade de planejar o futuro passaram a ocupar o centro das angústias coletivas. No Brasil, é a principal fonte de inquietação. Pesquisa do Instituto Gallup realizada em 107 países indica que, na média global, 23% da população aponta questões econômicas como o maior desafio enfrentado por seus países. Em 71 nações, o tema ocupa o topo das preocupações.


Logo atrás da economia aparecem temas como mercado de trabalho (10%), política e governança (8%) e segurança pública (7%). Em países de baixa renda, a ansiedade econômica é ainda mais intensa. Enquanto 21% dos entrevistados em países ricos mencionam dificuldades financeiras como principal problema, o índice sobe para 38% nas nações mais pobres. Já em economias mais desenvolvidas, o foco recai sobre o custo de vida elevado e a erosão do poder de compra. Embora a média global seja de 23%, no Brasil, acentuam-se a
 inflação, dívida e informalidade.


Segundo pesquisa, o impacto da inflação é mais sentido quando atinge os alimentos, energia e transporte. Mesmo que índices oficiais indiquem controle geral, o aumento do preço do arroz ou do
combustível gera sensação imediata de empobrecimento. Isso cria um estado permanente de alerta financeiro. A informalidade, que atinge quase 40% da força de trabalho, amplia a insegurança. Sem garantias como seguro-desemprego ou FGTS, qualquer oscilação econômica se transforma em ameaça direta.


Há ainda uma relação estreita entre economia e segurança pública. Custos com proteção privada, perdas por roubo e fechamento de pequenos negócios impactam tanto trabalhadores quanto empresários, criando um ciclo de fragilidade econômica. O recorte etário da pesquisa revela outro ponto sensível: jovens sentem mais intensamente a ansiedade econômica. Globalmente, 34% das pessoas entre 15 e 34 anos apontam a economia como principal problema, contra 30% entre maiores de 55 anos. Mesmo em países desenvolvidos, jovens relatam dificuldades de inserção no mercado, acesso à moradia e estabilidade profissional. No Brasil, o desemprego juvenil historicamente mais alto e o crescimento de trabalhos precarizados reforçam essa sensação. Questões relacionadas ao trabalho, desemprego e qualidade das vagas são a segunda preocupação global mais citada. Em economias de renda média/baixa, esse índice chega a 20%.


Outro ponto levantado é o descompasso entre indicadores macroeconômicos e a experiência cotidiana da população. Crescimento do PIB nem sempre se traduz em melhoria perceptível no padrão de vida. Quando moradia se torna inacessível e o crédito imobiliário é restritivo, o crescimento agregado perde significado prático.


Além disso, política e governança aparecem como terceira maior preocupação global. Em países mais ricos, esse tema ganha peso à medida que necessidades básicas são atendidas, deslocando o foco para qualidade institucional. Quando não conseguem pagar aluguel ou sentem que seus filhos terão menos oportunidades, a ansiedade econômica deixa de ser estatística e vira experiência cotidiana
. #InsegurançaEconômica

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 27 de março de 2026

Marca de alerta

 


#SinalDeFrank -  Chamou atenção a morte do influenciador Henrique Maderite, vítima de infarto, que tinha uma prega diagonal no lóbulo da orelha, o “Sinal de Frank”. Essa marca física é estudada há décadas por sua possível relação com doenças do coração e dos vasos. Especialistas afirmam que o sinal não é diagnóstico, mas pode funcionar como uma prevenção. Explicam que nunca deve ser interpretado de forma isolada, nem servir para gerar pânico, mas pode indicar a necessidade de avaliação clínica mais cuidadosa.

 

O Sinal de Frank foi descrito em 1973 por um pneumologista americano, que observou uma associação entre essa fissura na orelha e a presença de doença coronariana, que ocorre quando placas de gordura se acumulam nas artérias do coração, comprometendo o fluxo de sangue. Segundo o cardiologista Eduardo Lima (Hospital Nove de Julho/SP), existem até classificações em graus, sendo o mais acentuado aquele em que o lóbulo parece quase dividido em dois.

 

Pesquisas compararam a presença do sinal com exames como o cateterismo, que detecta obstruções nas artérias coronárias e encontram uma correlação estatística entre os dois achados. O Sinal de Frank está associado principalmente à aterosclerose, causada por acúmulo de gordura e inflamação na parede das artérias, podendo levar a infarto, AVC e doença vascular periférica, conforme o médico Carlos Eduardo Abrahão, responsável pelo serviço de cardiologia e de cirurgia cardiovascular do Hospital São Vicente de Paulo/SP.

 

Estudos de autópsia mostraram que a região da orelha com a prega apresenta degeneração de pequenos vasos, alterações nervosas e perda de colágeno, mudanças semelhantes às vistas em artérias doentes. A associação é mais relevante em pessoas jovens. Em pacientes abaixo de 60 anos, a prevenção deve ser mais acentuada. O sinal pode acender um alerta.

 

Estudo realizado pela UNESP de Botucatu revela uma associação mais forte quando as duas pregas estavam presentes na orelha. Em cerca de 45% dos pacientes avaliados, a presença combinada elevou o valor preditivo positivo para aproximadamente 90% de doença coronariana. O tema ainda gera controvérsias. Não significa que um infarto vai acontecer. Porém, é super recomendável a avaliação médica, especialmente se houver outros fatores de risco, como colesterol alto, diabetes, tabagismo ou histórico familiar: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/02/10/sinal-de-frank-na-orelha-pode-indicar-risco-de-infarto-como-em-maderite.htm                               

 

Infelizmente, nós, brasileiros, não damos muito valor à prevenção, importantíssima em todas as áreas porque, afinal, “é melhor prevenir do que remediar”. #MarcaDeAlerta

 

(Imagem: Reprodução/Redes Sociais)

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 24 de março de 2026

Legado ancestral

 


#OitaKenjin – Desde 1908, os imigrantes japoneses trouxeram famílias de dezenas de províncias do Japão, que fundaram no Brasil suas respectivas associações de ordem cultural, esportiva e agrícola. Meus ancestrais nasceram em Oita, região sul do Japão, participaram ativamente da Associação Cultural de Oita Kenjin do Brasil, e eu sigo firme neste legado. Ao todo, são 48 associações provincianas, vinculadas à Federação das Associações das Províncias do Japão no Brasil (Kenren), que mantêm vínculo afetivo e solidário com a Sociedade de Cultura Japonesa e Assistência Social (Bunkyo) e com as demais entidades representativas do Japão, com sede na Cidade de São Paulo.

 

Em parceria com as associações provincianas e com o Bunkyo, a Kenren promove o Festival do Japão (dias 10, 11 e 12 de julho/2026, na São Paulo Expo), o maior evento da comunidade nikkey da América Latina. Cabe a cada associação apresentar os saborosos pratos da província dos ancestrais. A Oita Kenjin do Brasil (Av. da Liberdade, 486) preparará saborosos pratos, como Toriten (tempurá de frango); Dangojiru (sopa de bolinhos); Rykyu (peixe marinado); Karaage (frango frito estilo Oita); Torimeshi (arroz com frango); Sashimi com peixes famosos (seki-aji e seki-saba); Fubu(Baiacu); e Bungo Beef (carne Wagyu).

 

 

Em 8 de março, participei da 1ª Assembleia Geral Ordinária, que elegeu a nova diretoria.  Pela 2ª vez em décadas, elegemos uma mulher para presidente: Tereza Mieko Yano comandará os destinos da entidade de 2026 a 2029, ao lado dos Diretores e Conselho Fiscal eleitos: 1º Vice-Presidente - Rogério Akamine; 2º Vice-Presidente - Cláudio Kawahara; 1º Secretário - Lina Kiyomi Matsuda Bessan; 2º Secretário - Marta Yaeko Kobayashi Kawahara; 1º Tesoureiro - Edson Kengiro Jonen; 2º Tesoureiro - Humberto Takayasu Iamamura; 1º Diretor de Intercâmbio Educacional - Kelson Ishii; 2º Diretor de Intercâmbio Educacional - Marli Akita Ishii. Conselho Fiscal Titulares: Martinho Seiti Ono; Marcos Kiyoshi Umeki Honma; Hidetoshi Carlos Kibe. Presidente Emérito - Noritaka Yano. Tenho a honra de ser o Supremo Presidente Emérito da entidade.

 

 

A 1ª presidente foi a competentíssima, dedicada e leal Ilda Tamada Yojo. Dentre inúmeras atribuições, cabe à Diretoria, cumprir e fazer cumprir os dispositivos estatutários e regulamentares, bem como as deliberações das Assembleias Gerais e da Diretoria, além de administrar o patrimônio, dirigir as atividades sociais, como também representar a Associação, ativa e passivamente, em juízo e nas relações com terceiros.

 

Manifesto total solidariedade, parceria e contribuição à presidente Tereza Yano e aos demais diretores, na absoluta certeza de que a Entidade continuará mantendo excelentes relações culturais e de amizade com o governo da Província de Oita/Japão, especialmente impulsionando a ida de jovens brasileiros descendentes como bolsistas provinciais e educacionais, programa superimportante na formação cívica, profissional a associativa. #LegadoAncestral

 


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo