sexta-feira, 17 de julho de 2026

Viva, Semae!

 


Semae60Anos – Com muita honra, emoção e gratidão, participei do evento comemorativo de 60 Anos do Serviço Municipal de Água e Esgoto de Mogi das Cruzes/SP (Semae), realizado em 30 de junho no Theatro Vasques. Nasci e cresci na zona rural, onde não rede de água nem coleta de esgoto. Consumia água de poço e convivia com fossa séptica. Por isso, sei bem da importância do saneamento básico na redução de doenças, na dignidade do ser humano e na elevação da qualidade de vida.

 

O competente e dedicado diretor geral do Semae, José Luiz Furtado relatou a evolução da autarquia municipal e manifestou imensa gratidão aos mais de 300 colaboradores que trabalham na captação, tratamento e fornecimento de água, e coleta e tratamento de esgoto. Ele lembrou que. no ano 2000 o abastecimento de água já atingia 91,75%, enquanto a coleta de esgoto estava na faixa de 78%, enquanto o tratamento não atingia mais de 0,5% dos detritos coletados.

 

Furtado lembrou que, ao final da 2ª gestão do prefeito Junji Abe, em 2008, o abastecimento de água estava em aproximadamente 98%, a coleta de esgoto em 87% e o tratamento em 28% dos resíduos coletados, graças aos grandes investimentos em saneamento básico, com a construção da Estação de Tratamento de Água (ETA), na Av. João XXIII, e da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), no Distrito de Cezar de Souza.

 


Atualmente, o abastecimento de água está em quase 100%, a coleta de esgoto em 85% e o tratamento em 63%, visto que o ex-prefeito Marco Bertaiolli trabalhou muito, de 2009 a  2016, para melhorar os índices de saneamento básico. A  atual prefeita, Mara Bertaiolli, empossada em 2025, iniciou a gestão com altíssimos investimentos em saneamento básico. Na ampliação da ETE, injetou cerca de R$ 600 milhões visando atingir 100% de esgoto tratado até 2033.



A prefeita Mara foi bastante aplaudida em sua saudação, quando destacou seu acerto em convidar Furtado para comandar o Semae, por reconhecer nele confiança, capacidade e lealdade. Aliás, ela vem conquistando a credibilidade popular em razão do seu grande poder de trabalho e da postura de sempre ouvir lideranças e moradores nos diversos pontos da Cidade.

 

As comemorações dos 60 anos do Semae seguirão com outros eventos até o final do ano. Serão várias oportunidades de parabenizar e agradecer os bravos servidores que trabalham intensamente para proporcionar melhor qualidade de vida ao povo mogiano. #SalveSemae



Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 14 de julho de 2026

Comportamento infantil

 


#SíndromeDoImperador – “Pais que evitam frustrar os filhos podem criar outro problema emocional” é o título de uma matéria da coluna VivaBem, do Uol, que chamou minha atenção no sentido de contribuir com casais que têm filhos pequenos. Sou um avô que criou os filhos de uma forma mais amena em comparação com a metodologia mais rigorosa utilizada pelos meus pais. Segundo especialistas, birras intensas, dificuldade em aceitar frustrações, falta de empatia e a sensação de que a criança manda na casa são alguns comportamentos frequentemente associados à chamada síndrome do imperador. Trata-se de um padrão comportamental que, embora não seja reconhecido oficialmente como transtorno psiquiátrico, vem aumentando cada vez mais no seio familiar.

 

Esse fenômeno descreve crianças que crescem sem tolerância ao “não”, exigem satisfação imediata dos próprios desejos e demonstram dificuldade para lidar com regras e responsabilidades, vivem sem limites emocionais e tornam-se extremamente desrespeitosas e até agressivas. Especialistas alertam que a origem do problema costuma estar no ambiente familiar, principalmente no modo como os adultos lidam com autoridade, afeto e frustrações.

 

Psiquiatras afirmam que muitos pais cresceram em ambientes marcados por autoritarismo, agressividade ou excesso de rigidez e na tentativa de não repetir essas situações, acabam seguindo o extremo oposto, evitando qualquer frustração, não impondo limites e transformando o desconforto infantil em algo quase intolerável, gerando nas crianças a sensação de que seus desejos devem ser atendidos de pronto e que qualquer contrariedade representa injustiça ou rejeição. Essa metodologia impede o amadurecimento emocional, gerando dificuldade para desenvolver autocontrole e tolerância emocional.

 

Os erros mais comuns cometidos pelos pais são: evitar dizer não; compensar ausência com presentes e permissões; não estabelecer regras consistentes; estar presente sem conexão emocional; ambientes familiares agressivos; e projetar dores pessoais nos filhos. Para quebrar esse ciclo, o primeiro passo é reconhecer que o problema não está apenas na criança.

 

A terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a criança a desenvolver habilidades socioemocionais, revisar padrões de comportamento e aprender a lidar melhor com frustrações e limites. O sucesso desse tratamento depende da participação dos pais no processo, revisando seus passados emocionais, dificuldades de comunicação e padrões aprendidos na infância.

 

Ensinam os especialistas que “educar não significa evitar qualquer sofrimento; significa ensinar que a vida envolve espera, perdas, regras, frustrações e convivência coletiva, experiências fundamentais para que uma criança cresça emocionalmente saudável e preparada para o mundo real”. #ComportamentoInfantil. Vejam a matéria:

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/05/27/criancas-sem-limites-expoem-erros-cada-vez-mais-comuns-dos-pais.ghtm

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Hino mais belo

 


#LíderDoRanking – O jornal The New York Times fez um ranking com os hinos das 48 seleções participantes da Copa do Mundo e elegeu o do Brasil como o mais bonito, ao destacar e aclamar uma pátria amada. A justificativa é a de que a canção tem um caráter único, não exaltando guerras ou batalhas, mas sim como o Brasil é uma nação amada, bela, forte e um "impávido colosso".

 

Introdução foi eleita a melhor parte. O instrumental de 28 segundos antes do verso "Ouviram do Ipiranga" foi descrito como o ponto alto e glorioso.
O verso "Brasil, um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esperança, à terra desce" foi designado frase-chave da letra do hino. Mesmo liderando o ranking, a música levou nota 9. Nenhum hino faturou a nota máxima.

 

O ranking levou em conta emoção, entusiasmo e duração do hino. O critério para classificar os 48 hinos avaliou a paixão e como isso levava jogadores e torcedores a soltarem a voz. Também considerou que não fossem cansativos e tivessem a capacidade de engajar quem está assistindo ao jogo.

 

Em 2º lugar, ficou a Marselhesa, Hino da França, que é um dos mais famosos do mundo. O clássico francês perdeu para o Brasil porque, segundo o jornal, foi cantado pelos torcedores, enquanto os jogadores apenas murmuravam.
Portugal, Colômbia e Escócia fecharam o top-5. O hino português, cantado pelo técnico espanhol da seleção, Roberto Martinez, ficou com a 3ª colocação. Em 4º, o hino colombiano foi descrito como magnífico e chamou a atenção por ser interpretado com força pelos jogadores. A Escócia ficou em 5º, com o show que a torcida deu no jogo contra o Haiti na execução do hino.

 

O Hino da Inglaterra foi eleito o pior. Ou terrível, como classificou o jornal, porque a música "se arrasta de forma implacável" e "fala apenas sobre um senhor idoso", já que reverencia o Rei Charles III.


Ranking completo:  1)Brasil, 2)França, 3)Portugal, 4)Colômbia, 5)Escócia, 6)Equador, 7)Argentina, 8)Egito, 9)Uruguai, 10)Bósnia e Herzegovina, 11)EUA, 12)RD Congo, 13)Curaçao, 14)Coreia do Sul, 15)Costa do Marfim, 16)Panamá, 17)Canadá, 18)México, 19)Haiti, 20)Irã, 21)África do Sul, 22)Japão, 23)Marrocos, 24)Iraque, 25)Turquia, 26)Austrália, 27)República Tcheca, 28)Tunísia, 29)Senegal, 30)Suécia, 31) Argélia, 32)Paraguai, 33)Suíça, 34)Cabo Verde, 35)Noruega, 36)Uzbequistão, 37)Arábia Saudita, 38)Bélgica, 39)Gana, 40)Croácia, 41)Holanda, 42)Qatar, 43)Áustria, 44)Nova Zelândia, 45)Alemanha, 46)Espanha, 47)Jordânia e 48)Inglaterra.

 

O Hino Nacional Brasileiro tem a música composta por Francisco Manuel da Silva, em 1831 (originalmente, para comemorar a abdicação de D. Pedro I). A letra foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada, em 1909. A versão oficial, com a junção de música e letra, foi estabelecida no dia 6 de setembro de 1922, por meio do Decreto nº 15.671, sancionado pelo presidente Epitácio Pessoa, durante as comemorações do Centenário da Independência do Brasil. #HinoMaisBelo

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 7 de julho de 2026

Imigração Japonesa

 







#BrasilEJapão – Em 5 de novembro de 1895, Brasil e Japão assinaram o Tratado de Amizade, Comércio e Navegação, em Paris, na França, viabilizando a imigração japonesa no Brasil, sacramentada em 18 de junho de 1908, com a chegada do navio Kasato Maru, no Porto de Santos, trazendo os primeiros 781 imigrantes japoneses. 18 de junho é celebrado como Dia Nacional da Imigração Japonesa no Brasil.

 

Em Mogi das Cruzes/SP, pelo Decreto Legislativo nº 186/2023, a Câmara Municipal aprovou por unanimidade o Prêmio Vereador Olimpio Osamu Tomiyama (falecido em 2019), de autoria do vereador Professor Eduardo Ota, que presta justa homenagem aos brasileiros descendentes, entidades nipo-brasileiras e empresas geridas por nipodescendentes. A seleção dos premiados decorre de rigorosa análise da Associação Cultural de Mogi das Cruzes (Bunkyo), submetida à aprovação do Legislativo mogiano.

 



Em 16 de junho último, a Câmara Municipal transferiu a Sessão Solene para o salão social do Bunkyo, onde houve a outorga do Prêmio Vereador Olimpio Osamu Tomiyama, com as honrosas presenças dos vereadores Professor Eduardo Ota, Pedro Komura, Vitor Emori, Priscila Yamagami e Mauro do Salão. Também prestigiaram o evento Sadao Sakai (representando a prefeita Mara Bertaiolli), Rodrigo Ashiuchi (ex-prefeito de Suzano), Nair Tomiyama e Solange Tomiyama (respectivamente, viúva e filha do vereador Olimpio Tomiyama), presidentes de associações, entidades,  lideranças e associados.

 

Receberam as homenagens – Agricultura: Mario Saito e Takeo Hoçoya; Indústria: Claudio Tadao Tobisawa; Serviços: Roberto Joji Kimura; Esportes: Sérgio Kazuo Noda e Flavio Shigueo Takahashi; Personalidade: Harko Tamura Aoyagui e Daniel Keyti Aoyagui; Menção Honrosa: Cotac (Concessionária Chevrolet/Grupo Nagao).

 



Em 21 de junho último, o Bunkyo promoveu a missa campal, celebrada pelo Frei Leonardo Matsuo (92), da Pastoral Nipo-Brasileira e da Paróquia Maximiliano Kolbe, em homenagem aos imigrantes japoneses.

 

Mogi das Cruzes é considerada o maior reduto de nipodescendentes, após a cidade de São Paulo. Em 2008, durante nossa 2ª gestão como prefeito, inauguramos o Parque Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, catalogado pelos mogianos como umas das 7 maravilhas do Município.

 

Destaco o superimportante legado dos imigrantes japoneses para a produção de alimentos, a importância do ensino, o sentimento de união por meio de entidades e, principalmente, o grande amor pelo fantástico Brasil, adotado com alma e coração. #ImigrantesJaponeses #Gratidão

 


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Nobel da educação

 

(Imagem: Reprodução | Instagram @garofalodebora)

#EducadoraPremiada – A professora Débora Garofalo é a primeira mulher brasileira e sul-americana que se tornou finalista do prêmio Global Teacher Prize, considerado o Nobel da Educação. Reportagem sobre o assunto começa com uma interrogação: “Como fazer educação com qualidade em meio às constantes mudanças e transformações que desafiam cada vez mais os profissionais do setor educacional? Como engajar os alunos e fortalecer o protagonismo estudantil nesse processo?”

 

Débora afirma que “educação sem propósitos vira distração”. O estudante precisa ver sentido nesse processo e entender o seu propósito para que ele possa se engajar nas atividades. Aos gestores escolares, ela evidencia que é preciso ter escuta ativa de toda a comunidade escolar para construir um caminho possível de transformação e evolução.

 

Nesse sentido, uma das providências tomadas foi o desenvolvimento do projeto “Robótica com sucata”, que afetou diretamente a vida de 2 mil jovens e crianças da comunidade escolar da rede pública, mobilizando uma prática pedagógica formativa que fomentou a aprendizagem a partir da criatividade, experimentação de ideias e exploração de pesquisas para propor soluções à comunidade em que vivem.

 

Os alunos fizeram a reciclagem de lixo coletado pelas ruas de São Paulo e construíram robôs com placas programáveis, carrinhos motorizados, máquinas de refrigerante, aspiradores de pó, sensores de enchente e etc. O programa não contou com laboratório e nem teve orçamento. Porém, cresceu e impactou de forma positiva na redução da evasão escolar e melhora no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

 

Essa iniciativa premiou a professora Débora Garofalo, no ano de 2019, como uma das dez melhores professoras do mundo, entre mais de 10 mil candidatos de 179 países. Assim chegou à condição de finalista do Global Teacher Prize. “Participar de um prêmio desse porte é poder dar voz, realmente, à nossa educação brasileira. É mostrar que, em contexto de escassez, a gente pode inovar. E a gente pode, realmente, trazer caminhos diferenciados. Acho que a alegria do trabalho de robótica com sucata é que ele trouxe uma perspectiva mundial de democratização de acesso à tecnologia e à inovação”, interpretou Débora.

 

A professora sofreu muito preconceito e chegou a ouvir dos próprios colegas de profissão que o que estava fazendo era “artesanato”. Fato é que o projeto tornou-se política pública na rede municipal da maior cidade brasileira, São Paulo, impactando neste ano cerca de 3,7 milhões de estudantes em mais de 5.400 escolas de países como Argentina, EUA, Inglaterra e França, além do Brasil.

 

Enalteço o papel dos educadores em todos os sentidos! São eles que reduzirão os impactos das transformações decorrentes de novas tecnologias e inovações que causam tantas dificuldades para parcela significativa da população, como idosos e pessoas que acabam alijadas dos efeitos da modernidade. #NobelDaEducação

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 30 de junho de 2026

Cultura invejável

 

(Fotos: Getty Images/ ESPN)

#ExemploDoJapão – Quando o Brasil sediou a Copa do Mundo de futebol, em 2014, ganhou patente (e todo espanto) o comportamento da torcida japonesa de realizar impecável limpeza após os jogos do Japão nos estádios de Recife/PE, Natal/RN e Cuiabá/MT. Não é diferente nesta Copa de 2026. Após o empate por 2x2, no jogo do Japão contra a Holanda, no Estádio Dallas/EUA, mais uma vez torcida japonesa realizou uma limpeza impecável e geral nas arquibancadas, noticiada no mundo todo.

 

Esse feito da torcida japonesa advém de uma tradição milenar que começa no lar e nas escolas, sob o conceito de que “é preciso pensar nos outros”. O povo é ensinado que quando usa um lugar, deve deixá-lo organizado e limpo para o próximo. Desde o curso infantil, os alunos arrumam e limpam as salas de aula sem o professor mandar. Assim agem com os banheiros, salas de refeição e de recreio, varrendo, esfregando o chão, mesas e cadeiras.

 

“É a nossa cultura, onde quer que vamos, devemos recolher aquilo que sujamos. É a nossa filosofia, a nossa atitude”, orgulhou-se o torcedor japonês Futo Hagiwara. Este costume é tão naturalizado que no país há poucas lixeiras. As pessoas levam seus resíduos para despejar no lixo de casa. Se alguém começa a recolher lixo, quem está a sua volta não consegue evitar de se juntar a ele.

 

Os adultos afirmam que não dizem às crianças que elas devem fazer isso. Simplesmente, mostram suas ações gerando nelas sentimentos idênticos.
Em que pese o louvável comportamento da cultura japonesa, profundamente diferente do nosso, ainda nos falta humildade para aceitá-lo. No Brasil, se uma professora pedir aos alunos para varrer a sala de aula, ela será denunciada à direção, terá dura repreensão e quem sabe até a demissão.

 

Embora eu seja suspeito por ser brasileiro, descendente japoneses, ouso afirmar que se mudarmos as nossas atitudes e comportamentos, com total responsabilidade e respeito em relação às outras pessoas, com certeza, estaremos beneficiando a nós mesmos, nossas famílias, à sociedade e ao País. Afinal, nenhuma nação no mundo possui as extraordinários riquezas como solo, clima, água, mata, minerais e a natureza do nosso inigualável Brasil! #CulturaInvejável


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Mães Solo

 

(Imagem: Rido/Canva)

 

#MãesSolo – Com profunda emoção, respeito, reconhecimento e gratidão à figura maiúscula das mães solo, falo um pouco mais sobre o tema. Segundo especialistas, a experiência da mãe solo é marcada pela dupla jornada, o que exige resiliência e rede de apoio. Embora venha acompanhada de exaustão e desafios financeiros, muitas mulheres relatam que a criação solo traz um sentimento de liberdade, protagonismo nas decisões e um vínculo profundo com os filhos. Viver a maternidade sem um parceiro presente significa assumir integralmente a responsabilidade pela criação e pelo sustento, impondo desafios estruturais:

- Sobrecarga: risco de exaustão física e mental pela necessidade de conciliar trabalho, cuidados com a casa e a educação dos filhos.

- Impacto Financeiro: grandes dificuldades com a falta de pagamento de pensão alimentícia e desigualdade de renda, tornando o apoio governamental e comunitário vital.

- Lado Positivo e Transformador: apesar das dificuldades, a vivência solo é vista por muitas mulheres como um processo de grande autoconhecimento.

- Independência nas Decisões: autonomia total sobre a criação dos filhos, sem precisar alinhar divergências com um parceiro é considerada libertadora.

Força e Resiliência: superação diária gera empoderamento e orgulho na construção de uma família independente.

- Onde Buscar Ajuda e Orientação: plataformas focadas em direitos, acolhimento psicológico e projetos de suporte.

- Informação Jurídica: plataformas especializadas, como “Mãe Social”, mostram direitos como salário-maternidade, prioridade em escolas e assistência jurídica.

- Apoio Comunitário: grupos e coletivos focados em mães solo fornecem acolhimento emocional e orientações práticas para diminuir a solidão na jornada.

 

Registro depoimento de uma mãe solo, preservando a identidade: “A sobrecarga emocional e financeira pode parecer avassaladora, sem contar as adversidades com os ex-companheiros… Ainda assim, procurei ensinar às minhas filhas que, acima de tudo, eles são pais, procurando ajudá-las numa convivência amável. A história da minha família é uma prova de que, mesmo nas circunstâncias mais desafiadoras, é possível superar as dificuldades e construir um futuro melhor”. #JornadaDesafiadora

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo