terça-feira, 13 de outubro de 2026

Sonho realizado

 


#PrimeiroBebê – Graças ao avanço da ciência, a argentina Mabel, de 62 anos, deu à luz David. O bebê nasceu com 2,75 quilos, em 12 de agosto, no Hospital San Felipe, província de San Nicolás, na Argentina. O fato materializou o sonho da vida dela. Já na menopausa, Mabel contou que a gestação transcorreu normalmente e sem complicações. “Estou perfeitamente bem. Ainda não o tenho comigo porque ele ficou um tempinho na UTI neonatal, mas ele é lindo, nasceu saudável e bem”, afirmou.

 

A gravidez foi possível por meio de um tratamento de fertilização in vitro (FIV) com doação de óvulos. O óvulo doado foi fertilizado em laboratório e o embrião formado transferido para o útero dela. “Ela é uma paciente muito cooperativa, sempre muito calma e confiante. Fez tudo o que lhe foi pedido, no prazo e da maneira correta, confiando e se entregando completamente ao propósito”, disse a obstetra Romina Ruffini quanto ao comportamento de Mabel.

 

“Eu sempre quis ser mãe e, desde muito jovem, tinha a sensação de que seria. Passei anos rezando, pedindo a Deus que me desse um filho. E assim aconteceu. Tudo correu perfeitamente bem. O tratamento, o embrião se formou, tive uma linda gravidez e David chegou. Estou muito feliz!”, comemorou Mabel que se tornou a
mulher mais velha da Argentina a dar à luz. O recorde mundial, reconhecido pelo Guinnes World Records, pertence à espanhola María Del Carmen Bousada Lara, que deu à luz gêmeos, aos 66 anos de idade em 2006, também pela fertilização in vitro.


Muito feliz ao lado do filho David, Mabel deixou numa mensagem para outras mulheres que desejam ser mães tardiamente: “Não desistam. A menopausa hoje em dia não é um obstáculo, a ciência avançou muito. Sou saudável, tenho um útero muito saudável e isso me ajudou bastante”.  Conquistas que, no passado, eram impossíveis de se alcançar estão acontecendo e transformando sonhos em realidade e espalhando felicidade, como na canção de Brian Behr:

“Por um instante minha vida

Se fez mais bonita

Quando você chegou

Lá onde as estrelas dormem

A gente tem sorte

De encontrar amor

Eu só vim pra dizer

Que a vida é boa com você”


(Foto: Reprodução Internet)

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Mestre José Maria Coelho

 


#MerecidaHomenagem – Uma das estruturas mais importantes de ordem administrativa da Prefeitura de Mogi das Cruzes/SP, a Escola de Governo e Gestão, passou a ter como patrono o Professor José Maria Coelho, justa e merecida homenagem ao servidor que galgou vários degraus e se tornou símbolo de eficiência, humildade, dedicação, generosidade, respeito e amor, numa jornada de 64 anos ininterruptos em prol da governança, do município e do povo mogiano. A iniciativa resulta de projeto de Lei do Executivo,  aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal

 


Filho de Astréa Barral Nébias (primeira vereadora de Mogi) e enteado de Nestor Nébias, o homenageado faleceu em 24 de maio de 2024, aos 91 anos de idade, deixando um legado fantástico em todos os sentidos. Dona Helena, sua esposa, deu aos oito filhos uma primorosa educação, formação religiosa, cívica e profissional, refletindo a conduta do marido. Ela tem 13 netos e sete bisnetos, mostrando sempre o saudoso José Maria como exemplo de existência. Logo após o falecimento, a Câmara Municipal aprovou por unanimidade o Requerimento nº 76/2024, que concedeu Votos de Profundo Pesar à família do extraordinário José Maria Coelho.



Em nossas duas gestões como prefeito mogiano (2001 a 2008), tivemos no servidor José Maria Coelho uma base fundamental para a transformação de Coordenadorias em Secretarias Municipais, implementando uma reforma administrativa de sucesso total, seguindo o modelo do extraordinário e saudoso governador paulista Mário Covas, calcado no tripé Descentralização, Integração e Participação. Vale rememorar que todos os todos os processos e contratos de incontáveis obras ao longo do nosso governo tiveram a assinatura do então secretário de Administração, Professor José Maria Coelho, como prova de lisura, segurança e legalidade.

 


No dia 24 de setembro, a prefeita Mara Bertaiolli oficializou a denominação da estrutura administrativa como Patrono José Maria Coelho Escola de Governo e Gestão, localizada na Rua Antenor Leite da Cunha, nº 55 – bairro Nova Mogilar.  Dona Helena relembrou  períodos importantes da vida do homenageado, afirmando que seus filhos, netos e bisnetos se espelham na figura e no legado do inesquecível José Maria Coelho. Esse sentimento encontra eco no cotidiano de servidores municipais que se inspiram nos ensinamentos do devotado professor. #MestreJoséMariaCoelho.

 


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Primeiro livro

 


#ComecePeloDigital – Deus proporciona para os humanos dons e habilidades para servir as pessoas, a sociedade e a humanidade. A jovem Júlia Schiavi (20), natural de Mogi das Cruzes/SP, filha da excepcional comunicadora Marilei Schiavi confirma a afirmação. Parte importante da formação da Júlia se deu em terras mogianas, onde cursou o Ensino Médio na Escola Técnica Estadual Presidente Vargas (Etec) e conquistou uma bolsa de estudos na Inglaterra, o que ampliou sua experiência com outras culturas e perspectivas profissionais. A jornada aumentou sua responsabilidade, disciplina, sensibilidade e visão sobre o futuro. Depois, passou temporadas no Canadá, acumulando mais vivência internacional, paralelamente a sua atuação no Brasil e pesquisas sobre vários outros países.

 

A jovem Júlia é fundadora da Consultings Company, empresa de tecnologia e marketing, que atua nas áreas de estratégia digital, posicionamento, comunicação e desenvolvimento de soluções tecnológicas para profissionais e empresas. Para orgulho da mamãe Marilei, da irmã Lívia, do marido Gianmarco e de todos que a conhecem, ela protagonizou o lançamento do seu primeiro livro: “Comece pelo Digital”. O evento ocorreu no dia 22, na concorrida lanchonete Pão de Queijo Vovó Bel, Nova Mogilar em Mogi. Reuniu leitores, profissionais, empreendedores, amigos, estudantes, convidados e pessoas interessadas nas transformações decorrentes do avanço das tecnologias e novos conceitos de trabalho.

 

O livro parte de uma realidade cada vez mais presente: muitas oportunidades profissionais começam no ambiente digital. A obra de Júlia vai além das redes sociais e da produção de conteúdo. Apresenta caminhos para que cada pessoa reconheça seus conhecimentos, comunicando seu valor e construindo uma presença digital com princípios, propósitos e estratégias. “Diante do surgimento acelerado de ferramentas e plataformas, dominar apenas um recurso não é suficiente. O mais importante é desenvolver a capacidade de testar, analisar, adaptar e fazer escolhas conscientes”, orienta Júlia.

 

O livro discute também como a tecnologia pode ser utilizada com responsabilidade na educação, na comunicação, nos negócios e na construção de novas possibilidades profissionais. Ela defende que os recursos digitais não devem ser vistos somente como obrigação ou ameaça, mas como ferramentas que precisam ser compreendidas e utilizadas de maneira crítica e intencional.

 


A emoção invadiu minha alma quando a Júlia autografou o livro escrevendo: “Junji Abe, você me viu nascer! Obrigada por estar comigo nesse momento tão especial! Comece pelo Digital”. Júlia Schiavi. Sim, com orgulho, participo da sua jornada! Sucesso sempre! #PrimeiroLivro

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Berço da imigração

 


#Cocuera – O centenário da Associação dos Agricultores de Cocuera foi marcado por um evento que levou dezenas de participantes às lágrimas. Foi um misto de comemoração e homenagem, realizado no dia 20, na sede da entidade (Rod. Prof. Alfredo Rolim de Moura - SP-88, km 61,4), em Mogi das Cruzes/SP.  A organização guarda o berço da imigração japonesa no Município, com a chegada de Shiguetoshi Suzuki, em 21 de abril de 1919. Ele foi o 1º imigrante japonês a se estabelecer em terras mogianas, no bairro de Cocuera. Veio da província de Akita com a esposa Fugie e o irmão Takeji.

 

Isso ocorreu quase 11 anos depois da vinda dos primeiros imigrantes japoneses ao Brasil, em 18 de junho de 1908. Suzuki foi pioneiro no cultivo de hortaliças que, até então, era praticamente desconhecido dos brasileiros. Ele ensinou os demais imigrantes da época a cultivarem verduras e legumes.

 


Em defesa de seus direitos e pela representação da classe, um grupo de 23 imigrantes fundou a Associação dos Agricultores de Cocuera em 9 de maio de 1926. A entidade teve um papel essencial na consolidação do setor hortifrutigranjeiro mogiano, servindo de exemplo para outras dezenas de associações agrícolas. Foi o alicerce que consolidou Mogi das Cruzes como Cinturão Verde, campeão nacional de produção de diversas culturas.

 


O bairro de Cocuera também se tornou nacionalmente conhecido em razão das Festas do Pêssego e da Avicultura no passado e do atual Furusato Matsuri, expondo o potencial produtivo com utilização de alta tecnologia. Os heroicos imigrantes vieram sem recursos financeiros e sem ajuda do governo brasileiro viraram proprietários de glebas, após passarem pelas fases de empregados e arrendatários, como resultado dos próprios esforços, perseverança e dedicação. Ao mesmo tempo, fizeram a verdadeira reforma agrária, bem diferente do fracassado modelo governamental que cede terras, assistência técnica e financiamentos a pessoas sem qualquer vocação agrícola, fadadas a abandonar a atividade e retornar aos bolsões de miséria.

 

O Centenário da Associação dos Agricultores de Cocuera também emoldura a referência de longevidade onde 200 famílias associadas promovem eventos, como o undokai (gincana esportiva familiar), karaokê, sukiyaki e o famoso Furusato Matsuri. Tudo pela preservação da cultura japonesa e de gratidão ao legado dos ancestrais imigrantes.

 


O secretário de Agricultura e Segurança Alimentar, Renato Abdo, representou a prefeita Mara Bertaiolli no evento. Os vereadores Pedro Komura, Eduardo Ota, Vitor Emori e Mauro do Salão representaram a Câmara Municipal; e Yuki Uekawa, vice-cônsul, representou o Consulado do Japão em São Paulo.



Do início ao fim, o evento foi espetacular! Placas de prata homenagearam 60 aguerridos associados. Houve apresentações de dança e canto da cultura japonesa, encerradas com um saboroso almoço. Destaco a admiração e gratidão pelo incansável trabalho dos integrantes da Associação dos Agricultores de Cocuera, cumprimentando o presidente Mario Okuyama, o vice-presidente Antonio Waragaya e o diretor Edson Tikayuk, devotados cidadãos brasileiros a serviço do povo e do País. #BerçoDaImigração

 


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Representatividade feminina

 


#Representatividade – O machismo impera desde a antiguidade na maioria das nações. Atualmente, tem sinônimos como sexismo, patriarcado e misoginia,  e nosso Brasil não foge à regra. Em atividades comuns do cotidiano, o machismo já aparece prejudicando o relacionamento em sociedade, e ganha evidência gigantesca no campo da representação pública e política, o que gera perdas enormes.

 

Vejam os resultados oficiais das eleições de 2024:

a) Câmaras Municipais: Homens 82% - Mulheres 18%. b) Assembleias Legislativas: Homens 82,2% - Mulheres: 17,8%. c) Câmara Federal: Homens 82,7% - Mulheres 17,3%. d) Senado Federal: Homens 80,2% - Mulheres: 19,8%. e) Governos Estaduais: Homens 22% - Mulheres: 5%.

 

Em 129 anos de regime republicano com eleições para Presidente da República, tivemos a 1ª mulher eleita em 2010. Foi Dilma Roussef, reeleita em 2014. O desempenho, entretanto, foi graças ao apoio total do presidente Lula, que visou a continuidade político-administrativa.

 

A ausência de mulheres competitivas na corrida presidencial reflete barreiras estruturais dos partidos políticos brasileiros. Embora o público feminino represente mais de metade do eleitorado nacional, as principais chapas ao Palácio do Planalto concentram-se em candidaturas masculinas, evidenciando a lentidão na renovação e na inclusão igualitária de lideranças femininas em posições de poder real. 

 

Segundo analistas, as principais causas são: a) falta de espaço nas grandes legendas, que evitam lançar mulheres como cabeças de chapa; b) concentração de homens no comando dos recursos de campanha e do fundo eleitoral; c)- escassez de nomes  viáveis para o Executivo federal; d) hostilidade sistêmica nas redes sociais e em espaços institucionais contra candidatas e ocupantes de cargos políticos e públicos; e) mulheres têm mais obstáculos e desistem ou deixam de se eleger com maior frequência em cargos legislativos de base.

 

Isso contrasta com o perfil de votantes no Brasil: são 83.877.126 (52,84%) mulheres e 74.845.001 (47,16%) homens, totalizando 158.745.463. Neste ano, nem teremos uma candidata à Presidência da República. Em 2022, havia quatro candidatas: Simone Tebet, Soraya Thronicke, Sofia Manzano e Vera Lúcia.

 

A falta de equilíbrio na representatividade político-eleitoral gera prejuízos. O primeiro é de ordem prática, pois as mulheres imprimem melhor como construir e eleger políticas públicas. Conforme pesquisas, mulheres em cargos de liderança política tendem a alocar mais recursos para saúde e educação. Chega a 7% a mais, com impactos positivos no combate à mortalidade infantil e acesso à educação. A segunda é que metade da população fica condenada a ver homens decidindo seus futuros.

 

Conclamo os homens para, com sabedoria, respeito e reconhecimento, trabalharem intensamente pelo aumento gradativo de mulheres como candidatas aos cargos políticos e às lideranças de funções públicas. É pelo bem da sociedade e da nação brasileira! #MaisMulheres

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Dia extraordinário

 


#OitaKenjinkai – Desde os primórdios, as associações de amigos são super relevantes para a sociedade, na medida em que os participantes sejam altruístas, responsáveis e dedicados. É o caso da Associação Cultural de Oita Kenjinkai do Brasil, com sede na Liberdade (Av. Liberdade, 486, 2º andar), em São Paulo. Fundada em 1952 pelos imigrantes japoneses e seus descendentes da Província de Oita/Japão e oficialmente constituída em 1975 perante nossos órgãos públicos, essa associação objetiva perpetuar os legados ancestrais e fortalecer a amizade com as prefeituras e governo da Província de Oita. A entidade também prepara jovens bolsistas (descendentes) para estudarem nas universidades de Oita, como também fazerem estágios nos órgãos públicos japoneses.

 

Em 13 de setembro, tivemos um encontro extremamente relevante no sítio de Ilda Tamada Yojo e Luiz Tomohissa Yojo, em Jacareí/SP. Ela presidiu a Associação Oita Kenjinkai do Brasil por 4 anos (2015 a 2018). Ao lado da irmã Isabel Tamada, ela e o marido recepcionaram aproximadamente 50 pessoas para um magistral café da manhã e o imperdível sukiyaki preparado por associados.

 


Tivemos intensos bate-papos com aprendizados incríveis. Por exemplo, o associado Martinho nos deu uma verdadeira aula sobre o cultivo de palmito pupunha e de ingredientes usados na culinária japonesa, como gergelim (goma), caldo básico (dashi), algas (kombu, nori e wakame).

 


Entre uma conversa e outra, vimos pela TV o Brasil ganhando da Argentina no vôlei feminino por 3x0, conquistando o Campeonato Sul-Americano e garantindo a vaga para os Jogos Olímpicos de 2028 em Los Angeles/EUA. À tarde, visitamos a maravilhosa produção de orquídeas em gigantesca estufa de 7 mil metros quadrados (m²), com inúmeras variedades.

 


Foi um dia extraordinário, com um inesquecível encontro que ficará eternamente gravado no coração e na mente de todos os amigos de Oita. Toda gratidão à Ilda, Luiz e Isabel por nos propiciar tanta emoção! #DiaExtraodinário

 


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Sabor e afeto

 


#MomentosPreciosos – Neste mundo de imensas e intensas atividades, não temos muitas possibilidades de encontro com os queridos familiares. Contrariando a regra, em plena quarta-feira (09/09), tive a enorme alegria de almoçar com os netos Gael (14) e Naná (10), e o filho Juliano. Os pequenos haviam saído das aulas no Colégio Gutenberg. Ausência sentida da gentil nora Renata, que trabalha intensamente em home office.

 

O clima familiar extremamente caloroso deixou o almoço muito mais saboroso.  Foi um grande presente pro vovô coruja! Mesmo sendo um tempo reduzido porque Gael e Naná treinam beisebol, toda tarde de quarta, no Centro Esportivo da Associação Cultural de Mogi das Cruzes (Bunkyo), localizado no bairro da Porteira Preta. Ambos são assíduos e dedicados ao esporte. Faça sol ou faça chuva, lá vão eles em busca de aprimoramento. Aos domingos, o time mogiano costuma enfrentar equipes de outras cidades.

 

Confesso que, infelizmente, fui muito ausente das obrigações familiares e não tive tempo para curtir a companhia dos netos, por causa do trabalho. Além de empresário rural, exerci ativamente a representação classista (Sindicato Rural de Mogi das Cruzes e Cooperativas Agrícolas) e funções públicas (vereador, deputado estadual, prefeito e deputado federal). Portanto, aproveito toda e qualquer oportunidade para estar ao lado dos familiares. São momentos extremamente preciosos e felizes!

 

Afinal, o tempo voa sem piedade. A prova está na foto de 2016 que traz eu e minha amada Elza com o Gael, aos 3 anos, e a recém-nascida Naná. A outra imagem é o registro do delicioso almoço que guardo em meu coração com muito amor. Tanto quanto possível, desejo acompanhar meus netos, vendo-os crescer com predicados indispensáveis, como ética e moral, ao lado do forte lastro cívico e alicerces fundamentais para uma boa relação familiar e indiscutível formação profissional. Assim, vamos passando adiante os ensinamentos e princípios que recebemos como precioso legado dos nossos inesquecíveis pais e avós.#SaborEAfeto



 Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo