#Panib – Em companhia de amigos, saboreei
um maravilhoso sukiyaki, no evento promovido pela Pastoral Nipo-Brasileira de
Mogi das Cruzes (Panib), que nasceu oficialmente em 15/08/1998, com renda revertida
para as despesas da Paróquia São Maximiliano Kolbe, na Vila Lavínia (R.
Francisco Vaz Coelho, 621), inaugurada em
2002. A noite especial ocorreu no amplo ginásio do Colégio Franciscano Seibo,
localizado em frente à Paróquia e fundado pelas irmãs e frades franciscanos conventuais
em 1973.
O Sukiyaki nasceu no Japão, no final do
Período Edo (1603-1867), quando o consumo de carne bovina era proibido pelo
budismo. Popularizou-se na Era Meiji, com a liberação da carne. O nome deriva
de “suki” (pá de arado utilizada antigamente para grelhar a carne escondido) e
“yaki” (cozinhar ou grelhar).
No Brasil, onde está a maior comunidade
nipônica fora do Japão, o estilo do sukiyaki é o Kanto, onde os ingredientes
são cozidos em um caldo à base de dashi, shoyu, saquê e açúcar – denominado
warishiya. O sukiyaki é um prato festivo e reconfortante, feito para ser
compartilhado pelos familiares e amigos na mesa, onde todos cozinham e comem
juntos. Após o cozimento, tradicionalmente, carnes, cogumelos, tofu, acelga,
macarrão e outros ingredientes são mergulhados em uma tigela com ovo cru batido,
antes do consumo.
A maioria das associações da comunidade
nikkey realiza noites de sukiyaki para proporcionar encontros familiares e de
amigos, com renda revertida para fazer frente às despesas dessas organizações.
A noite de 11 de julho teve relevância
excepcional, que ficará marcada na alma, porque tive a honra de cozinhar e
compartilhar o inigualável sukiyaki ao lado dos amigos mais que especiais Leila
Mathias, Edson Camillo e Walter Kamijo. São momentos simples, mas de profundo
significado para alegrar e valorizar a nossa existência! #NoiteDeSukiyaki
Junji Abe, produtor e líder rural, é
ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo












