sexta-feira, 31 de julho de 2026

Noite de Sukiyaki

 


#Panib – Em companhia de amigos, saboreei um maravilhoso sukiyaki, no evento promovido pela Pastoral Nipo-Brasileira de Mogi das Cruzes (Panib), que nasceu oficialmente em 15/08/1998, com renda revertida para as despesas da Paróquia São Maximiliano Kolbe, na Vila Lavínia (R. Francisco Vaz Coelho, 621),  inaugurada em 2002. A noite especial ocorreu no amplo ginásio do Colégio Franciscano Seibo, localizado em frente à Paróquia e fundado pelas irmãs e frades franciscanos conventuais em 1973.

 

O Sukiyaki nasceu no Japão, no final do Período Edo (1603-1867), quando o consumo de carne bovina era proibido pelo budismo. Popularizou-se na Era Meiji, com a liberação da carne. O nome deriva de “suki” (pá de arado utilizada antigamente para grelhar a carne escondido) e “yaki” (cozinhar ou grelhar).

 

No Brasil, onde está a maior comunidade nipônica fora do Japão, o estilo do sukiyaki é o Kanto, onde os ingredientes são cozidos em um caldo à base de dashi, shoyu, saquê e açúcar – denominado warishiya. O sukiyaki é um prato festivo e reconfortante, feito para ser compartilhado pelos familiares e amigos na mesa, onde todos cozinham e comem juntos. Após o cozimento, tradicionalmente, carnes, cogumelos, tofu, acelga, macarrão e outros ingredientes são mergulhados em uma tigela com ovo cru batido, antes do consumo.

 

A maioria das associações da comunidade nikkey realiza noites de sukiyaki para proporcionar encontros familiares e de amigos, com renda revertida para fazer frente às despesas dessas organizações.

 

A noite de 11 de julho teve relevância excepcional, que ficará marcada na alma, porque tive a honra de cozinhar e compartilhar o inigualável sukiyaki ao lado dos amigos mais que especiais Leila Mathias, Edson Camillo e Walter Kamijo. São momentos simples, mas de profundo significado para alegrar e valorizar a nossa existência! #NoiteDeSukiyaki

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 28 de julho de 2026

Farofa Federal

 


#ApoioTotal – Com muita alegria e honra, compareci ao lançamento da pré-candidatura a deputado federal do amigo José Francimário Vieira de Macedo, o Farofa, presidente da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes/SP, realizado dia 11 em Taiaçupeba. Na sexta-feira (24), o Partido Liberal (PL) realizou a Convenção Partidária para homologar os concorrentes nas próximas eleições.

 

Farofa nasceu no Ceará e chegou a Mogi na década de 1990, em busca de novas oportunidades de trabalho, firmando-se como comerciante. Líder inato, foi convidado a ingressar na vida pública. Eleito vereador e reeleito sucessivamente, está em seu 3º mandato. Muito trabalhador, humilde e vocacionado para servir, angariou respeito e reconhecimento pela sua grande missão social.

 


Prestigiaram o novo desafio de Farofa aproximadamente 250 lideranças e amigos do Alto Tietê, Vale do Paraíba e da Região Sudeste do Estado. O evento também contou com as presenças do presidente do PL, Valdemar Costa Neto (Boy); do deputado estadual Marcos Damásio; do presidente estadual do PL, Tadeu Candelária; do ex-prefeito mogiano Marcus Melo, prefeitos e vereadores de dezenas de municípios.

 


As saudações foram profundamente aplaudidas, visto que a figura de Farofa significa respeito, trabalho, sensibilidade e amor às causas sociais. Exaltei a trajetória pessoal e política do vereador, dono de uma fabulosa biografia. Com certeza, a sociedade há de responder elegendo Farofa, com a ajuda de seus leais amigos e lideranças, além da chancela do Partido Liberal, capitaneado por Valdemar Costa Neto.

 

O Recanto Brasilis, local do evento, pertence à família do ex-prefeito Marcus Melo, também proprietária do qualificado Colégio Brasilis. Ressaltei a feliz coincidência de o lançamento da campanha de Farofa ocorrer em meio ao grupo com história na educação. Afinal, esperamos do futuro eleito uma luta intransigente em prol da educação de qualidade em tempo integral para todas as crianças e jovens do Brasil. Somente assim poderemos sair da posição subserviente diante de países desenvolvidos, como Coreia do Sul, Alemanha, Japão, Espanha, Itália, Inglaterra, China e EUA, entre outros, que dominam nosso mercado com produtos de alta tecnologia e itens de R$ 1,99, ceifando empregos e reduzindo o empreendedorismo nacional.   

 


Vamos trabalhar com muita força e entusiasmo em prol da eleição de Farofa como deputado federal, porque Mogi e o Estado de São Paulo merecem um grande representante na Câmara Federal! #FarofaFederal

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Sem penduricalhos

 

(Imagem: Victor Piemonte/STF)

#SuperSalários – Volto ao assunto porque não consigo ficar calado quanto aos altíssimos salários de servidores do Judiciário em contraste com a realidade social onde  quase 80% da população estão nas classes C, D e E. Tempos atrás, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao lado dos outros ministros da 1ª Turma, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, tinham imposto um teto de quase R$ 50 mil sobre os salários de magistrados, como medida moralizadora. O estopim foi o caso de uma desembargadora que embolsou cerca de R$ 400 mil em um mês, por conta dos penduricalhos. O valor supera e muito o teto constitucional do servidor público no Brasil, que é o subsídio mensal dos ministros do STF, atualmente em R$ 46.366,19. Na ocasião, ela afirmou que os “salários do Judiciário beiravam salários de fome”.

 

Ocorre que o ministro Luiz Fux abriu divergência sobre os votos daqueles que impuseram o teto constitucional para a remuneração da magistratura e frearam o pagamento de penduricalhos a juízes.

O ministro defende a liberação do pagamento de benefícios retroativos a março, antes do julgamento do STF. Para ele, essas parcelas devem ser pagas integralmente, sem teto ou marco temporal, e devem ser preservadas as decisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) sobre a matéria. O magistrado defende que as verbas devem ser pagas para seguir o princípio da previsibilidade.

 

Fux afirma que a possibilidade de majoração da remuneração de juízes e desembargadores “não é privilégio corporativo e sim instrumento de independência judicial”. Ele foi acompanhado em voto pelos ministros André Mendonça, Dias Toffoli e Nunes Marques, integrantes da 2ª Turma do STF. “Um juiz que possa ter sua remuneração reduzida ao sabor de pressões políticas perde a serenidade necessária para julgar contra interesses poderosos. A remuneração adequada e estável é, portanto, parte do desenho institucional que protege o cidadão, e não apenas o juiz”, argumentou Fux, invocando que “a
moralidade administrativa somente cumpre a sua função quando reforça o princípio da legalidade”.

 

Esse parecer vai ao socorro de alguns tribunais que instituíram vale-livros, vale-paletó, vale-academia, vale-creche e mais um sem número de penduricalhos a serem pagos todos os meses aos seus integrantes, apoiando-os como direitos adquiridos, desde que autorizados pelo CNJ e CNMP, abrindo uma porteira ilimitada para novos penduricalhos que engordam os salários da magistratura. Diante disso, resta-nos apenas a esperança de que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, e a ministra Cármen Lúcia, atuem para impedir que prospere no julgamento o entendimento liderado por Fux. #SemPenduricalhos

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

 


terça-feira, 21 de julho de 2026

Paixão por futebol

 

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

#FlashesDeEmoção – Quem adora e acompanha o futebol costuma torcer por algum clube. No meu caso, desde criança, sou apaixonado por futebol e torço pelo São Paulo FC. Meu time tem um hino oficial que me emociona profundamente, em especial, quando cantado pela torcida. “Salve, Tricolor Paulista – Amado clube brasileiro – tu és forte, tu és grande – Dentre os grandes, és o primeiro – Tu és forte, tu és grande – Dentre os grandes. És o primeiro!”, diz a 1ª estrofe.

 

Na Copa do Mundo, a Imprensa estampou a figura de Sara (10), filha do supercraque ex-sãopaulino Casemiro, emocionadíssima e chorando ao ver o pai marcando um gol salvador contra o Japão em 29/06, em Houston, nos EUA, quando ganhamos de 2x1. A menina chorou assim que a bola balançou a rede. Foi um choro espontâneo, impossível de controlar. E a emoção voltou ainda mais forte no fim da partida. Enquanto Casemiro concedia entrevista, ela não conseguiu segurar as lágrimas mais uma vez. Assistia ao pai com os olhos marejados, com um imenso orgulho, vivendo um momento que marcará eternamente sua memória.

 

Naquele momento, Casemiro não era apenas um dos líderes da seleção brasileira. Era o pai de uma menina que enxergava, diante dos próprios olhos, a recompensa por tantos anos de dedicação, viagens, sacrifícios e saudades.

 

Perto dali, Isabella, esposa do craque Gabriel Martinelli que atualmente defende o clube inglês Arsenal, também viveu a vitória de forma intensa. Ela vibrou e comemorou como quem sabe que cada vitória carrega muito mais do que os 90 minutos de uma partida.

 

Quem gosta de futebol, sabe que este esporte é pura paixão, com gols e títulos, mas também com histórias como a da menina Sara. Algumas cenas dizem mais do que qualquer placar. As lágrimas da Sara nos fazem lembrar de que, por trás de cada camisa da seleção, existe uma família inteira torcendo, sonhando, sofrendo e comemorando, aconteça o que acontecer.

 

Sem ter parentesco com jogador, a gente já vive uma paixão desenfreada nas vitórias e derrotas. Imaginem como os sentimentos agigantam-se quando há alguém da família como jogador profissional. Simplesmente, inimaginável! #PaixãoPorFutebol

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo


sexta-feira, 17 de julho de 2026

Viva, Semae!

 


Semae60Anos – Com muita honra, emoção e gratidão, participei do evento comemorativo de 60 Anos do Serviço Municipal de Água e Esgoto de Mogi das Cruzes/SP (Semae), realizado em 30 de junho no Theatro Vasques. Nasci e cresci na zona rural, onde não rede de água nem coleta de esgoto. Consumia água de poço e convivia com fossa séptica. Por isso, sei bem da importância do saneamento básico na redução de doenças, na dignidade do ser humano e na elevação da qualidade de vida.

 

O competente e dedicado diretor geral do Semae, José Luiz Furtado relatou a evolução da autarquia municipal e manifestou imensa gratidão aos mais de 300 colaboradores que trabalham na captação, tratamento e fornecimento de água, e coleta e tratamento de esgoto. Ele lembrou que. no ano 2000 o abastecimento de água já atingia 91,75%, enquanto a coleta de esgoto estava na faixa de 78%, enquanto o tratamento não atingia mais de 0,5% dos detritos coletados.

 

Furtado lembrou que, ao final da 2ª gestão do prefeito Junji Abe, em 2008, o abastecimento de água estava em aproximadamente 98%, a coleta de esgoto em 87% e o tratamento em 28% dos resíduos coletados, graças aos grandes investimentos em saneamento básico, com a construção da Estação de Tratamento de Água (ETA), na Av. João XXIII, e da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), no Distrito de Cezar de Souza.

 


Atualmente, o abastecimento de água está em quase 100%, a coleta de esgoto em 85% e o tratamento em 63%, visto que o ex-prefeito Marco Bertaiolli trabalhou muito, de 2009 a  2016, para melhorar os índices de saneamento básico. A  atual prefeita, Mara Bertaiolli, empossada em 2025, iniciou a gestão com altíssimos investimentos em saneamento básico. Na ampliação da ETE, injetou cerca de R$ 600 milhões visando atingir 100% de esgoto tratado até 2033.



A prefeita Mara foi bastante aplaudida em sua saudação, quando destacou seu acerto em convidar Furtado para comandar o Semae, por reconhecer nele confiança, capacidade e lealdade. Aliás, ela vem conquistando a credibilidade popular em razão do seu grande poder de trabalho e da postura de sempre ouvir lideranças e moradores nos diversos pontos da Cidade.

 

As comemorações dos 60 anos do Semae seguirão com outros eventos até o final do ano. Serão várias oportunidades de parabenizar e agradecer os bravos servidores que trabalham intensamente para proporcionar melhor qualidade de vida ao povo mogiano. #SalveSemae



Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 14 de julho de 2026

Comportamento infantil

 


#SíndromeDoImperador – “Pais que evitam frustrar os filhos podem criar outro problema emocional” é o título de uma matéria da coluna VivaBem, do Uol, que chamou minha atenção no sentido de contribuir com casais que têm filhos pequenos. Sou um avô que criou os filhos de uma forma mais amena em comparação com a metodologia mais rigorosa utilizada pelos meus pais. Segundo especialistas, birras intensas, dificuldade em aceitar frustrações, falta de empatia e a sensação de que a criança manda na casa são alguns comportamentos frequentemente associados à chamada síndrome do imperador. Trata-se de um padrão comportamental que, embora não seja reconhecido oficialmente como transtorno psiquiátrico, vem aumentando cada vez mais no seio familiar.

 

Esse fenômeno descreve crianças que crescem sem tolerância ao “não”, exigem satisfação imediata dos próprios desejos e demonstram dificuldade para lidar com regras e responsabilidades, vivem sem limites emocionais e tornam-se extremamente desrespeitosas e até agressivas. Especialistas alertam que a origem do problema costuma estar no ambiente familiar, principalmente no modo como os adultos lidam com autoridade, afeto e frustrações.

 

Psiquiatras afirmam que muitos pais cresceram em ambientes marcados por autoritarismo, agressividade ou excesso de rigidez e na tentativa de não repetir essas situações, acabam seguindo o extremo oposto, evitando qualquer frustração, não impondo limites e transformando o desconforto infantil em algo quase intolerável, gerando nas crianças a sensação de que seus desejos devem ser atendidos de pronto e que qualquer contrariedade representa injustiça ou rejeição. Essa metodologia impede o amadurecimento emocional, gerando dificuldade para desenvolver autocontrole e tolerância emocional.

 

Os erros mais comuns cometidos pelos pais são: evitar dizer não; compensar ausência com presentes e permissões; não estabelecer regras consistentes; estar presente sem conexão emocional; ambientes familiares agressivos; e projetar dores pessoais nos filhos. Para quebrar esse ciclo, o primeiro passo é reconhecer que o problema não está apenas na criança.

 

A terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a criança a desenvolver habilidades socioemocionais, revisar padrões de comportamento e aprender a lidar melhor com frustrações e limites. O sucesso desse tratamento depende da participação dos pais no processo, revisando seus passados emocionais, dificuldades de comunicação e padrões aprendidos na infância.

 

Ensinam os especialistas que “educar não significa evitar qualquer sofrimento; significa ensinar que a vida envolve espera, perdas, regras, frustrações e convivência coletiva, experiências fundamentais para que uma criança cresça emocionalmente saudável e preparada para o mundo real”. #ComportamentoInfantil. Vejam a matéria:

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/05/27/criancas-sem-limites-expoem-erros-cada-vez-mais-comuns-dos-pais.ghtm

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Hino mais belo

 


#LíderDoRanking – O jornal The New York Times fez um ranking com os hinos das 48 seleções participantes da Copa do Mundo e elegeu o do Brasil como o mais bonito, ao destacar e aclamar uma pátria amada. A justificativa é a de que a canção tem um caráter único, não exaltando guerras ou batalhas, mas sim como o Brasil é uma nação amada, bela, forte e um "impávido colosso".

 

Introdução foi eleita a melhor parte. O instrumental de 28 segundos antes do verso "Ouviram do Ipiranga" foi descrito como o ponto alto e glorioso.
O verso "Brasil, um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esperança, à terra desce" foi designado frase-chave da letra do hino. Mesmo liderando o ranking, a música levou nota 9. Nenhum hino faturou a nota máxima.

 

O ranking levou em conta emoção, entusiasmo e duração do hino. O critério para classificar os 48 hinos avaliou a paixão e como isso levava jogadores e torcedores a soltarem a voz. Também considerou que não fossem cansativos e tivessem a capacidade de engajar quem está assistindo ao jogo.

 

Em 2º lugar, ficou a Marselhesa, Hino da França, que é um dos mais famosos do mundo. O clássico francês perdeu para o Brasil porque, segundo o jornal, foi cantado pelos torcedores, enquanto os jogadores apenas murmuravam.
Portugal, Colômbia e Escócia fecharam o top-5. O hino português, cantado pelo técnico espanhol da seleção, Roberto Martinez, ficou com a 3ª colocação. Em 4º, o hino colombiano foi descrito como magnífico e chamou a atenção por ser interpretado com força pelos jogadores. A Escócia ficou em 5º, com o show que a torcida deu no jogo contra o Haiti na execução do hino.

 

O Hino da Inglaterra foi eleito o pior. Ou terrível, como classificou o jornal, porque a música "se arrasta de forma implacável" e "fala apenas sobre um senhor idoso", já que reverencia o Rei Charles III.


Ranking completo:  1)Brasil, 2)França, 3)Portugal, 4)Colômbia, 5)Escócia, 6)Equador, 7)Argentina, 8)Egito, 9)Uruguai, 10)Bósnia e Herzegovina, 11)EUA, 12)RD Congo, 13)Curaçao, 14)Coreia do Sul, 15)Costa do Marfim, 16)Panamá, 17)Canadá, 18)México, 19)Haiti, 20)Irã, 21)África do Sul, 22)Japão, 23)Marrocos, 24)Iraque, 25)Turquia, 26)Austrália, 27)República Tcheca, 28)Tunísia, 29)Senegal, 30)Suécia, 31) Argélia, 32)Paraguai, 33)Suíça, 34)Cabo Verde, 35)Noruega, 36)Uzbequistão, 37)Arábia Saudita, 38)Bélgica, 39)Gana, 40)Croácia, 41)Holanda, 42)Qatar, 43)Áustria, 44)Nova Zelândia, 45)Alemanha, 46)Espanha, 47)Jordânia e 48)Inglaterra.

 

O Hino Nacional Brasileiro tem a música composta por Francisco Manuel da Silva, em 1831 (originalmente, para comemorar a abdicação de D. Pedro I). A letra foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada, em 1909. A versão oficial, com a junção de música e letra, foi estabelecida no dia 6 de setembro de 1922, por meio do Decreto nº 15.671, sancionado pelo presidente Epitácio Pessoa, durante as comemorações do Centenário da Independência do Brasil. #HinoMaisBelo

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo