terça-feira, 8 de março de 2022

Dia das guerreiras


 


#HonraEGratidão – Com justiça, emoção e gratidão, comemoramos o Dia Internacional da Mulher! A luta pela valorização da figura maiúscula da mulher e a conquista legítima dos seus direitos tem sido permanente. Segundo algumas fontes, o Dia internacional da Mulher teria surgido de um incêndio numa fábrica têxtil, em Nova York, onde cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Ocorrido em 25 de março de 1911, o incidente marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20. Porém, os acontecimentos que levaram à criação da data são bem anteriores.

 

Desde o final do século 19, organizações feministas protestavam na Europa e Estados Unidos contra os salários medíocres pela jornada de 15 horas diárias. Em protesto, as mulheres fizeram greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil.

 

O primeiro Dia da Mulher foi celebrado em maio de 1908, nos Estados Unidos. Aproximadamente 1,5 mil mulheres aderiram à manifestação em prol da igualdade econômica e política. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com uma manifestação que reuniu mais de 3 mil mulheres no centro de Nova York e culminou em novembro de 1909, com uma longa greve têxtil, que fechou aproximadamente 500 fábricas.

 

A luta continuou e, em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, mais de 100 representantes de 17 países aprovaram resolução para criar uma data anual em celebração aos direitos da mulher e de sua saúde.

 

Com a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Em 08/03/1917, na Rússia Imperial, as mulheres realizaram uma grande passeata contra a carestia, o desemprego e a deterioração geral das condições de vida. O movimento “Pão e Paz” alicerçou a oficialização do Dia Internacional da Mulher, em 1921.  

 

Passaram-se mais de 20 anos quando, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que firmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo e, em 1975, comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher. Em 1977, o dia 8 de março foi reconhecido oficialmente pela ONU.

 

No Brasil, os movimentos em prol dos direitos das mulheres seguem sem parar. Após muita luta, em 1932, veio o direito feminino ao voto. A partir de 1970, emergiram organizações que passaram a incluir na pauta das discussões, a igualdade entre gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o movimento feminista intensificou o diálogo com o Estado, viabilizando a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo. Em 1985, surgiu a 1ª Delegacia Especializada da Mulher.

 

Apoio incondicional e integralmente a igualdade dos direitos das mulheres! Em muitas circunstâncias, os direitos das mulheres precisam estar acima dos conquistados pelos homens, notadamente pela sublime maternidade que as torna responsáveis diretas pela evolução dos bebês, educação das crianças, afazeres domésticos, obrigações de esposa e ainda os deveres profissionais.

 

Parabéns às mulheres que se esforçam para fazer do mundo um lugar melhor todos os dias! Competentes, determinadas, carinhosas, batalhadoras, amigas, racionais, talentosas, emotivas, vencedoras, românticas, belas, inteligentes, sensíveis, cheirosas, estilosas, vibrantes, encantadoras, ousadas, delicadas, sedutoras e dedicadas, dentre tantos adjetivos que meu modesto vocabulário seria incapaz de trazer. 

 

Dia Internacional da Mulher, ontem, hoje, amanhã e sempre! Felicidades, suas lindas! #DiaInternacionalDaMulher #DiaDasGuerreiras

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo


sexta-feira, 4 de março de 2022

Dever cumprido

 





#NetinhosVacinados – Amigas e amigos, chega a ser redundante falar da importância da vacinação contra a Covid-19 e suas variantes, principalmente a Ômicron, responsável pela 3ª onda da doença no Brasil. Afinal, somos positivistas e extremamente conscientes! Valorizamos e preservamos a vida, o maior patrimônio concedido por Deus.

 

Em todas as oportunidades, tenho disseminado a necessidade da imunização contra a mortal Covid-19, juntamente com os protocolos de segurança sanitária, como usar máscaras, evitar aglomeração e fazer o isolamento social sempre que necessário.

 

Há um ano, especialistas em saúde afirmavam que crianças de 11 anos para baixo estavam imunes à Covid-19. Porém, diante do aparecimento de internações e também de óbitos, os rumos mudaram. Crianças de 5 a 11 anos de idade devem ser vacinadas.


Assim como todas as mamães e papais, ao lado dos avós, conscientes do dever familiar e humanitário, eu e minha amada Elza nos esforçamos para conscientizar o próximo.

 

Com muito orgulho, conto que já foram vacinados, seguindo o calendário de imunização, nossos netos mais novos: Gael, de 9, e Anna May, a Nanná, de 5.  Eles são filhos do casal Juliano e Renata. Após as picadas, nossos pequenos aparecem triunfantes, com a postura do dever cumprido. Tomaram a 1ª dose e exibem seu “Certificado de Coragem”, que vale como comprovante da imunização. Ambos esperam, ansiosos, a chegada do prazo para a 2ª dose.

#VacinaJá #DeverCidadão #RespeitoÀVida

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 1 de março de 2022

Zero Discriminação

 


#DireitosHumanos – Décadas atrás, apareciam escancaradamente as discriminações racial e social. As demais ficavam sombreadas e não despertavam conflitos coletivos. Porém, as transformações sofridas pela sociedade trouxeram à baila outras formas de discriminação, causando enormes ferimentos nas almas atingidas.

 

Discriminação, intolerância e preconceito têm definições diferentes. Mas, as manifestações são similares e os danos, idênticos. Diversas formas deles rondam a sociedade, gerando danos psicológicos e morais irreparáveis. Racismo, xenofobia, homofobia, transfobia, sexismo, misoginia (de gênero), aporofobia ou social (contra pobres), gordofobia, lesbofobia, bifobia, aversões religiosa, cultural e linguística, entre outras, são as causas.


Unidos e na mesma direção, precisamos rechaçar essa violência! É vital denunciar quem pratica intolerância, discriminação ou preconceito, assim como acolher e amparar as vítimas.

 

Para inibir atos dessa natureza, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou a “Declaração Universal dos Direitos Humanos”, em 19 de dezembro de 1948, com uma série de considerações, dentre elas:

“Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo”;

“Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da humanidade e que o advento de um mundo em que mulheres e homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade, de viverem a salvo de temor e da necessidade, foi proclamado como a mais alta aspiração do ser humano comum”.


Ao todo, são 30 artigos de suma importância. Transcrevo o 7º, que entendo ser primordial: “Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito à proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”.


Neste Dia Mundial de Zero Discriminação, vamos reforçar a luta contra quaisquer desigualdades, mas, principalmente, as sociais, que anulam o direito a uma vida plena e produtiva. Vamos exigir que os governos cumpram, junto com a sociedade, os deveres que lhes cabem para acabar com toda forma de discriminação! #ZeroDiscriminação #UniãoELuta

 

(Crédito da foto: UNAIDS)

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Carnaval ausente

 

#DifícilDecisão – A aceitação do Carnaval pelo povo brasileiro é quase geral. Assim é a democracia e, como disse o saudoso Nelson Rodrigues, “toda unanimidade é burra”. A Folia de Momo sofreu grandes transformações ao longo do tempo. Há 50 anos, ninguém imaginaria a grandiosidade dos desfiles de escolas de samba no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, como também os carnavais em Salvador, na Bahia, em Olinda e Recife, em Pernambuco, entre outros.


O carnaval é a preciosa cultura do povo africano. Tem como base o samba, o maracatu, o carimbó, o maxixe e outras manifestações musicais da cultura africana, de uma beleza sem igual. Esse é o nosso querido Brasil que, anualmente, proporciona aos foliões uma contagiante energia, com explosão de contentamento, emoção e diversão. Sim, é uma marca registrada dos brasileiros.


Anonimamente, milhares de dedicados técnicos e carnavalescos, muitos deles,  voluntários, trabalham o ano inteiro no preparo de suas agremiações para os desfiles de rua. A todos, sincero respeito, reconhecimento, gratidão e profunda sensibilidade pelos enormes prejuízos financeiros que assumem.


Apreciador do Carnaval, vejo com tristeza a ausência dessa festa popular desde 2020, por conta da mortal Covid-19 e suas variantes. Desde sua chegada ao Brasil, no final de 2019, a doença tem se espalhado, colocando em colapso o sistema de saúde e tirando aproximadamente 630 mil vidas brasileiras.

Com resignação e paciência, esperamos a superação desse mal! Na vida, nem tudo é cor-de-rosa infinitamente e nem tempestade o tempo todo.
Registro respeito e gratidão aos diretores das escolas de samba e blocos, aos carnavalescos, aos voluntários e às autoridades constituídas, que tomaram a dificílima decisão de não realizar o Carnaval nos anos de 2020 e 2021, assim como adiar o de 2022 para abril, se as ameaças da Covid-19 e suas variantes estiverem efetivamente controladas. #CarnavalAusente #TemposMelhoresVirão



 Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Parem a violência!

 

#AssassinatoBrutal – Uma cena bárbara de assassinato a pauladas machucou profundamente nossos sentimentos, ampliando a realidade de impotência diante das atrocidades e manchando o nome do Brasil no cenário mundial. Refiro-me ao homicídio do imigrante congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, de 24 anos, no Posto 8, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, em 24 de janeiro último. 

 

Moïse era refugiado da República Democrática do Congo, na África. Fugia da guerra e da fome. Veio legalmente ao Brasil, com passaporte diplomático, em 2014, para tentar uma vida nova, enquanto esperava a vinda dos irmãos e da mãe. O motivo fútil para o assassinato brutal aumenta a revolta. A vítima estaria pedindo apenas o pagamento de dias trabalhados num quiosque: míseros R$ 200.

 

Moïse perdeu a vida cruelmente sob dezenas de golpes de tacos de madeira, imobilizado com mata-leão, amarrado, socado e, ao final, ainda espancado por três elementos, ajudados por mais dois desalmados. A câmera do quiosque mostra o bárbaro, implacável e perverso assassinato:
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2022/02/05/video-inedito-moise-ultimos-momentos.htm

 

Os covardes matadores de gente foram indiciados por homicídio duplamente qualificado. Estão presos e, com o maior cinismo, fizeram afirmações sem pé nem cabeça de que Moïse vinha provocando, há dias, o proprietário do quiosque e irritando pessoas próximas, notadamente eles, os assassinos. Procurado pela Imprensa, o dono do comércio disse desconhecer essa cobrança.


Ivana Lay, mãe de Moïse, desabafa: “Nesses anos todos, o meu filho virou brasileiro. Fez muitos amigos. Era trabalhador e muito honesto. Ganhava pouco, mas era dele. No final, chegava com parte do dinheiro e me dava para ajudar a pagar o aluguel. E reclamava que ganhava menos que os colegas”.

 

O apoio à família de Moïse e revolta contra os criminosos atinge a população brasileira, como também os povos do mundo. Cobramos justiça com severa condenação!


A expressão “Rio de Janeiro, Cidade Maravilhosa”, lamentavelmente, perdeu sua majestade. Sai governo, entra governo, a situação é cada vez pior. A violência campeia e choca. Multiplicam-se tiroteios entre forças de segurança e bandidos (na maioria, traficantes de drogas). Na calada da noite, balas perdidas matam crianças e ocorre extermínio de jovens. São alguns dos inúmeros crimes que desfiguram a imagem do Rio de Janeiro lindo, carinhoso e hospitaleiro, com reflexo planetário.

 

Em coro, manifestamos profunda tristeza, enorme inconformismo e colossal revolta! #ProfundaTristeza #ParemAViolência #ChegaDeDor 

 


(Foto: Redes Sociais/Reprodução)

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Medidas já

 

#EnchentesEDeslizamentos – Em todo o período de chuvas, com maior ou menor intensidade, enchentes e deslizamentos fazem vítimas. Muitas, fatais, além de milhares de famílias desabrigadas. A dor que sentimos espelha o fato de sermos ou estarmos impotentes diante dessas tragédias. Não carece de repetir essas tristes notícias. Vale destacar e agradecer a forte corrente de solidariedade e voluntariado em torno de quem sofre.

 


Com muito respeito e humildade, orando pelo conforto espiritual das famílias afetadas, falo um pouco das causas e aponto medidas para, gradativamente, o mais breve possível, solucionar ou reduzir as consequências dessas incabíveis ocorrências.

 

Evidente que não sou especialista para comentar as causas. Porém, sabemos que são acontecimentos advindos da natureza. Contudo, o tempo não apaga medidas inadequadas tomadas no passado por autoridades públicas, que permitiram a ocupação de várzeas e morros com moradias, sem qualquer cuidado com a segurança das pessoas, mesmo porque não existiam leis proibitivas.

 

Foi quando também se proliferaram espertalhões para estimular ocupações de áreas inadequadas e até vender loteamentos nesses locais, aos olhos das administrações. Infelizmente, as famílias pobres só conseguem várzeas e morros para erguer moradias, como resultado da absoluta ausência de políticas públicas. Aliás, os ricos constroem residências de luxo em morros para terem vista privilegiada, ou em margens de rios para atracarem seus possantes iates.

 

Comentar os erros intencionais ou não do passado não nos leva à solução do grave problema. Portanto, modestamente, apresento sugestões para reforçar ou reformular medidas já existentes, assim como ofereço dicas às lideranças da comunidade e às autoridades públicas:

 

a)    Proibir terminantemente as ocupações e construções em locais ilegais ou considerados impróprios; b)- Retirar os moradores que se encontram em área de risco, com prazo máximo de um ano, transferindo-os para moradias regularizadas, dignas e seguras em locais próximos; c) Contribuir com governos estaduais e municipais para conclusão de obras paradas ou projetadas, como piscinões, alargamento e aprofundamento do leito de rios e córregos; d) Reforçar a política habitacional em todos os sentidos e destinar valores compatíveis nos orçamentos federal (principalmente), estaduais e municipais; e) Os destinos das emendas parlamentares dos congressistas serão obrigatoriamente: 50% para a área da saúde e 50% para construção de moradias populares; e) Multiplicar infinitamente os financiamentos para construções de moradias populares, conjugadas ao saneamento básico, e sem burocracia; g) Todas as áreas concebidas para a construção de moradias populares têm de ser providas de urbanização adequada, incluindo equipamentos de educação, saúde, transporte; e h) aumentar o prazo de amortização dos financiamentos para 35 anos. 

 

Essa relação de sugestões deve ser aumentada com outras medidas plausíveis para garantir habitações dignas às famílias carentes. Se existir vontade política, sensibilidade e respeito, associados a um compromisso firme com as questões sociais e convicção dos governantes para seguir esta rota,  no período máximo de 5 anos, deixaremos de chorar, inertes e impotentes, vendo milhares de famílias perdendo entes queridos e seus patrimônios, em decorrência de enchentes e deslizamentos.

 

As medidas apresentadas refletem sentimentos prementes e absolutos de justiça social para serem exercidos com urgência e sinceridade pelos legisladores e governantes. Assim, eles terão o apoio inabalável da população brasileira e servirão de exemplo para outros países! #MedidasJá #UniãoPorSolução #RespeitoÀVida


Foto: https://www.ecoambientale.com.br/

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Perda irrecuperável

 

#RetrocessoNaEducação – A Educação, estrutura das mais importantes no desenvolvimento humano, sofre um baque mundial jamais visto na nossa história. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alerta que perdas no ensino, no mundo, são quase irrecuperáveis. Conforme levantamento, são 635 milhões de crianças que não voltam mais às escolas, dois anos após a eclosão da crise sanitária.

 

Com dados da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, Fundação Lemann, Instituto Natura e DataFolha, a Unicef confirma que alunos do estado paulista tiveram somente de 25% a 28% de aprendizado no período de ensino híbrido, em comparação com aulas presenciais e sem interrupção. As duas principais matérias, português e matemática, retrocederam 14 anos. Inclusive, com uma grande perda: 10% dos alunos não voltarão às aulas. Assim, a Unicef prevê uma geração inteira profundamente afetada pelo fechamento das escolas nos últimos 2 anos e que as perdas são “quase irrecuperáveis”: uma “erosão” no ensino e um impacto “severo”.

 

Ainda conforme a Unicef, em alguns estados brasileiros, três de cada quatro alunos estão abaixo dos níveis normais no que se refere à leitura. Enfim, os impactos sobre o ensino aumentarão em muito as já existentes desigualdades sociais e raciais.

 

Diante dessa catástrofe que a Covid-19 causa no ensino, a ordem do dia é a união da comunidade. Da infinidade de medidas necessárias, cito algumas:

 

- Os alunos precisam de intenso apoio para recuperar a educação perdida.

- As escolas têm de ir além dos locais de aprendizagem para reconstruir a saúde mental, física e nutricional dos alunos em prol do desenvolvimento social.

- Pais, educadores e autoridades públicas necessitam estar atentos à saúde mental de crianças e jovens, que podem sofrer de ansiedade e depressão.

 

Na condição de avô e pai, superantenado com o problema educacional das crianças e jovens familiares, como também da sociedade em geral, estou pronto a colaborar para reduzir esse enorme impacto que a pandemia causa em tudo, notadamente, na mola-mestra do ser humano que é a educação. A ausência dela pode destroçar a vida inteira! #PerdaIrrecuperável

 


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo