sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Pés de Avestruz

 

#TriboAfricana – Aprendemos que casamento entre parentes traz o risco da mistura de genes idênticos. Os geneticistas afirmam que a genética é extremamente lógica. À medida que um embrião cresce no útero, os genes podem mudar ou causar transtornos, produzindo anomalias genéticas que fazem com que partes do corpo não se desenvolvam adequadamente, gerando membros defeituosos, lábio leporino e até deficiências celebrais. 

 

A maioria dos integrantes de uma tribo africana, denominada Doma, que se situa numa região árida no norte de Zimbábue, próximo ao Vale do Rio Zambeze, tem os pés deformados por mutação genética e é apelidado de “Povo Avestruz”. A condição é denominada cientificamente de “Ectrodactilia”, que provoca uma alteração no formato dos pés ou das mãos, que passam a ter apenas dois grandes dedos, com os membros voltados para dentro.

 

A deformação afeta uma a cada quatro crianças da tribo. Por essas características físicas, são apelidadas de “Pés de Avestruz”. Por falta de conhecimentos científicos, prevalecem crenças, como a estória de que seres semelhantes a pássaros vieram das estrelas e cruzaram o DNA com mulheres terrestres primitivas para gerarem sua descendência. Os ancestrais teriam estabelecido as primeiras colônias numa região do sistema solar, chamada Liitolafisi. Tal perspectiva faz com que a comunidade não veja a deformação com maus olhos. Ao contrário, reconhece que a deformação “Pés de Avestruz” ajuda os integrantes a subirem em árvores com maior facilidade, sendo um orgulho para a tribo.

 

O caso foi descrito por Jan Jacob Hartsinck, diretor da Companhia da Índias Orientais, da Holanda, em 1770. Porém, somente em meados do século 20, a história dessa tribo africana, com a deformação dos pés, começou a se tornar conhecida. Apesar da crença, os cientistas argumentam que a mutação genética que afeta a tribo africana está relacionada ao fato de o grupo viver isolado e de proibir o casamento com pessoas de fora.

 

Muito mais que curiosidade, os comentários são no sentido de comprovar que, apesar do avanço tecnológico deste mundo global, inclusive com Inteligência Artificial – IA, ainda existem povos primitivos em diferentes regiões do planeta. É fundamental compreendê-los com humildade e sabedoria, em respeito a suas crenças, tradições e histórias. #PésDeAvestruz

 

(Imagem: https://chavedosmisterios.com/misteriosa-tribo-vadoma)

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 3 de setembro de 2024

Divinas mulheres

 


#MariadaPenha18Anos – A Lei Maria da Penha completou 18 anos no dia 7. Apesar dos avanços ao longo do tempo, o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer no combate à violência doméstica, notadamente com referência às mulheres. Contudo, é inegável que a Lei Federal nº 11.340/2006 tenha sido um marco na defesa da mulher contra quaisquer atos de violência, com o respaldo das forças de Segurança Pública e do Judiciário.

 

A Lei Maria da Penha é considerada uma das legislações mais avançadas no mundo pela Organização das Nações Unidas (ONU), contendo inovações como medidas protetivas de urgência e a criação de equipamentos de proteção às vítimas. Mais do que uma norma jurídica, é um símbolo de esperança e de compromisso da União com a segurança, a dignidade e a manutenção de uma vida tranquila para todas as mulheres brasileiras. Constitui um trunfo obtido a partir da coragem de uma cidadã, que transformou sua tragédia pessoal em poderosa ferramenta de justiça.

 

Maria da Penha Fernandes, nascida em 1º de fevereiro de 1945 em Fortaleza/CE, é farmacêutica e se formou na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo em 1977. Sua trajetória em busca de justiça durante 19 anos e 6 meses faz dela um símbolo de luta por uma vida livre de violência. Em 1983, ela foi vítima de dupla tentativa de feminicídio por parte de Marco Antonio Heradia Viveros (ex-marido). Na primeira, levou um tiro nas costas enquanto dormia, e ficou paraplégica. Vejam a trágica história real: https://www.institutomariadapenha.org.br/quem-e-maria-da-penha.html

 

Portanto, a violência física, patrimonial, sexual, psicológica e moral contra a mulher tem o respaldo e a proteção integral da Lei Maria da Penha. Além de determinar punições cabíveis, esta Lei estabelece medidas protetivas de urgência para o afastamento imediato do agressor, além da implementação de Delegacias Especializadas em Atendimento à Mulher.

 

Apesar da vigência da Lei Maria da Penha, o 16ª Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022 demonstrou que, a cada hora, 26 mulheres sofrem violência física no Brasil. Portanto, vamos denunciar qualquer caso de violência contra a mulher, telefonando para os nºs 180 ou 100. É o mínimo que podemos fazer! #DivinasMulheres

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 30 de agosto de 2024

Mogi amada

 


#MogiÉMara – Uma multidão estimada em 5 mil pessoas se reuniu na sede da campanha eleitoral da coligação PL-PSD-MDB de Mogi das Cruzes, no Mogilar, para o lançamento de campanha “Mara e Téo – Compromisso e Amor por Mogi” à Prefeitura. O acontecimento histórico marcou o domingo (18/08), com as presenças dos presidentes Valdemar Costa Neto, do PL Nacional, e de Gilberto Kassab, do PSD Nacional, além de prefeitos e primeiras-damas de Itaquaquecetuba, Arujá, Guararema, Biritiba Mirim, Salesópolis, Bertioga, Igaratá e Monteiro Lobato; dos comandantes das Executivas Estadual e Municipais das siglas que integram a aliança Mara e Téo (PL, PSD, União Brasil, Progressistas e Republicanos); dos deputados federais Márcio Alvino (PL-SP) e Antonio Brito (PSD-BA), e dos deputados estaduais do PL, André do Prado, presidente da Alesp, e Marcos Damásio. Os 144 candidatos a vereador, acompanhados de seus fiéis apoiadores, alegraram o evento do início ao fim, agitando bandeiras e cantando. Foi uma gigantesca festa da democracia!  

 

Nos pronunciamentos, mereceu relevância o momento histórico mogiano de haver uma candidata muito bem preparada para o Executivo municipal. Anunciado como patrono do Plano de Governo de Mara e Téo, compareci com muita honra e alegria, em companhia do amigão Edson Camillo (candidato a vereador). Mara e Téo são meus amigos e tenho absoluta certeza de que a dupla será eleita já no 1º turno das eleições (06/10), em razão das extraordinárias potencialidades de ambos. A multidão concordou com aplausos e um sonoro coro: “Já ganhou!”

 

Prevejo a vitória, porque acredito no povo mogiano. Estou certo de que saberá reconhecer na Mara o que vi já há muito tempo. É uma mulher guerreira, inteligente, obstinada, de princípios e moral irretocáveis, além de ter uma extraordinária capacidade de interagir com as pessoas. É dona de uma empatia à toda prova, que faz transpirar nela o fundamental sentimento humanitário. A maior prova desse relevante caráter foi ter criado no Hospital Municipal Waldemar Costa Filho o “tratamento humanizado”, capitaneado pelas integrantes da Associação de Voluntários de Mogi das Cruzes, entidade que ela fundou e preside. O trabalho proporcionou um clima altamente positivo e sadio, contagiando os pacientes e contribuindo para sua recuperação.

 

Mara é competentíssima em todos os aspectos. Dedicada, respeitosa, religiosa, superdeterminada e leal, uma vez eleita, ela saberá trazer para Mogi das Cruzes os investimentos dos governos federal e estadual para todas as áreas, com a ajuda de dois extraordinários homens públicos, Valdemar e Kassab. Com Mara prefeita, ao lado de uma excelente equipe de secretários, coordenadores e diretores (mogianos de alma e coração), dos dedicados funcionários e com o apoio integral dos vereadores, temos convicção de que nossa Cidade voltará a viver os bons tempos de gestão pública eficiente, como foi com os saudosos Waldemar Costa Filho, Chico Nogueira e Padre Melo, e mais recentemente, comigo (sem modéstia) e Marco Bertaiolli. #MogiAmada

 


Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 27 de agosto de 2024

Viva Roberto Carlos!

 


#DespedidaDeRoberto – Amigas e amigos, o comentarista Daniel Castro (Notícias da TV) informou o término de uma tradição de 50 anos: “Globo acaba com especial de fim de ano de Roberto Carlos – 2024 será o último”. Nosso querido Roberto Carlos (83) fará um show (gravado), no Allianz Parque, em São Paulo, no mês de novembro deste ano, como o seu especial de fim de ano pela Globo.

 

A mudança faz parte de reformulações da TV Globo que, a partir de 2025, pretende realizar, a cada final de ano, apresentações com artistas de renome diferentes. Em que pese ser o último especial de fim de ano, o cantor Roberto Carlos continuará com seu vínculo contratual à Rede Globo, apresentando-se em programas especiais, além de não ter impedimento de participar de atrações de empresas concorrentes. O formato pactuado já vigora há 5 anos.

 

Conforme as informações, o show de Roberto Carlos, iniciado em 1974, só não foi ao ar quando do falecimento de sua esposa, Maria Rita, em 1999; e em 2020, por causa da pandemia, quando houve a reprise do evento de 2011, gravado em Jerusalém.

 

Passados 50 anos, nós que crescemos assistindo aos shows desse extraordinário compositor e cantor, jamais estaremos cansados dos espetáculos de fim de ano do vitorioso Roberto Carlos. Carregaremos eternamente seus principais sucessos: Calhambeque, Amigo, Nossa Senhora, Amor Sem Limites, Lady Laura, Caminhoneiro, Detalhes e centenas de outros. Aliás, é inesquecível o extraordinário show “Um milhão de amigos”, apresentado em 1978, quando Roberto Carlos levou o Brasil às lágrimas de emoção.

 

Compreendemos que o tempo passa e impõe transformações, mas Roberto Carlos é imutável. Faz parte da nossa existência como o ar que respiramos, a água que mata a sede e a comida que nos conforta. #VivaRobertoCarlos 

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 23 de agosto de 2024

Delfim e Mogi

 


#DelfimEMogi – Em 12 de agosto, aos 96 anos, morreu em São Paulo, o superministro Delfim Netto, reconhecido economista e professor titular e emérito de Análise Macroeconômica da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Secretário nos governos paulistas de Carvalho Pinto e Laudo Natel, ele também deixou conquistas de relevância ao Brasil, como Ministro da Fazenda, Embaixador do Brasil na França, Ministro da Agricultura e Ministro do Planejamento.

 

Durante sua passagem na Fazenda, o Brasil registrou crescimento médio anual de 9% do PIB, período conhecido como milagre econômico, e Delfim Neto, como superministro da Fazenda. Nos anos de 1968 a 1974, o PIB chegou a atingir 10,9% a 13,6%. A economia surfava ondas favoráveis de tal ordem que a frase atribuída ao ministro Delfim merece registro: “Fazer o bolo crescer, para depois dividi-lo”. O governo militar tinha sede de marcar suas conquistas, com grandes obras como a Rodovia Transamazônica, as usinas hidrelétricas de Itaipu e Tucurui, a Ferrovia do Aço, o Complexo Industrial de Suape e a extraordinária Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), fundada em 1973. Também houve obras fracassadas, como a Rodovia Rio-Santos na encosta da Serra do Mar que, inacabada, foi abandonada. 

 

Para a agropecuária, Delfim Netto foi inigualável. Amparou os agricultores com o programa de financiamento rural de custeio com subsídios de 40%, ou seja, no vencimento, amortizávamos ao banco somente 60% do valor financiado. Já a Embrapa revolucionou a agropecuária nacional, tornando-a a mais importante do mundo.

 

Mogi das Cruzes, especialmente, lhe deve muito. Em 1980, enquanto presidente do Sindicato Rural de Mogi das Cruzes/SP, fizemos uma solicitação ao então Ministro da Agricultura, Delfim Netto, por meio do economista Paulo Yokota, então presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para o governo federal promover a regularização fundiária dos bairros rurais de Itapety e Lambari. Era uma área de aproximadamente 1.800 hectares, onde aproximadamente 700 mini e pequenos agricultores, com média de 5 hectares cada, não possuíam escrituras registradas em cartório e trabalhavam como posseiros, sem direito aos financiamentos agrícolas. 

 

Fomos atendidos. Em 1982, os agricultores conquistaram suas escrituras definitivas, com intervenção do governo federal que fez a histórica reforma agrária na área. Foi uma legítima conquista dos pequemos proprietários rurais que tornaram a região do Itapety a mais produtiva em flores, plantas ornamentais e orquídeas do Brasil, relevando ainda mais a já extraordinária produção de hortaliças, caqui, nêspera, cogumelos, ovos de codorna e outros no chamado Cinturão Verde mogiano, campeão do Brasil. Tal fato nos deu legitimidade para a expressão produtos hortifrutiflorigranjeiros.

 

Ao eterno professor e emérito economista Delfim Netto, a nossa gratidão! #DescanseEmPaz

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

terça-feira, 20 de agosto de 2024

Revolução educacional

 


#SinalDeAlerta – Ilustro a pesquisa realizada em 2022 sobre a matemática com alunos brasileiros, que estão em situação extremamente preocupante: sete em dez não sabem o mínimo em matemática. Em outras palavras, 73% deles não conseguem resolver contas simples, muito menos comparar a distância entre duas rotas e nem fazer equações simples. Nos países desenvolvidos, o percentual de alunos com baixo desempenho em matemática é de 31%.

O ensino no Brasil vem regredindo. Em 2018, o índice de alunos despreparados em matemática era de 68%, com apenas 1% dos alunos com níveis melhores de rendimentos, enquanto em Singapura o nível foi de 41%. A desigualdade social tem muito a ver com a maioria dos jovens brasileiros mal avaliados em matemática. Estudantes de famílias ricas conseguiram 77 pontos a mais que os alunos pobres.

O PISA constata que a falta de professores de matemática e dificuldades na formação estão entre as razões para o baixo desempenho no Brasil. “O PISA 2022 confirmou, com rara exceção, que a pandemia impactou os resultados de aprendizagem de boa parte do mundo. No Brasil, mesmo com a pandemia, há indícios de que política pode estar começando a fazer efeito, com a expansão da jornada integral, o foco na alfabetização”, diz o especialista Olavo Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação.

Já o gerente de pesquisa e inovação do Instituto Unibanco, Marcelo Borges,  afirma que “um uso adequado de tecnologia pode auxiliar bastante na matemática, sobretudo com gamificação (uso de técnicas de jogos de vídeo em outros campos de atividade), porque aumenta o interesse, desde que haja condições nas escolas e preparo dos professores, além de um monitoramento contínuo de aprendizagem”.

A seguir, os principais países com evolução satisfatória em matemática: 1º Singapura; 2º Macau (China); 3º Taipé (China); 4º Hong Kong (China); 5º Japão; 6º Coréia do Sul; 7º Estônia; 8º Suiça; 9º Canadá; 10º Nova Zelândia.

Além da permanente preocupação com a ausência de qualidade no sistema educacional brasileiro, reitero a urgência de autoridades, lideranças e população priorizarem a educação qualitativa em todos os sentidos. Se não investirmos pesado no setor educacional, ficaremos mais subservientes de outras nações. É só observar o mercado: adquirimos só importados, desde produtos de alta tecnologia até os conhecidos R$ 1,99.

Os empregos são ceifados e nossas empresas não conseguem a devida competitividade. O Brasil é um país que somente exporta as commodities (minerais, cereais e frutas) in natura, porque não consegue agregar valor aos produtos. O chocolate é um exemplo. Há décadas, somos os maiores exportadores do fruto cacau, porém, importamos chocolate de qualidade de países como a Suíça e Suécia. #RevoluçãoEducacional   

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Querida Marlene

 


#GrandeAmiga – Mogiana de nascimento, amiga do coração, Marlene Alabarce, professora e educadora aposentada, possuidora de relevantes méritos na formação de caráter, personalidade e cidadania de crianças e jovens de Mogi das Cruzes e municípios vizinhos, ao longo de sua brilhante e inquestionável história de vida, deixou definitivamente nossa Cidade. Foi em 26 de julho de 2024, quando ela se mudou para Silvana/GO, onde mora o seu filho José Carlos, engenheiro agrônomo, atual vice-prefeito do município e candidato a prefeito nas próximas eleições municipais.

 

Mogi deve muito à Marlene Alabarce. Como proprietária, diretora e mestre do antigo Colégio Policursos, que funcionou durante décadas na Av. Voluntário Fernando Pinheiro Franco, nº 713, trabalhou intensamente para proporcionar educação de qualidade às crianças e jovens. Depois de adultos, eles servem em diferentes áreas profissionais deste fantástico Brasil. Sou testemunha dessa relevante e indiscutível base escolar de inigualável qualidade. Nossos três filhos, Juliano, Daniela e Mariana, estudaram desde o infantil até o colegial no Policursos, onde conquistaram um suporte seguro para cursos superiores.

 

Tão marcante e significativa foi a educadora Marlene que, em nossa 2ª gestão como prefeito de Mogi (2005-2008), atendendo à solicitação da minha amada Elza, convidei-a para ser presidente do Fundo Social de Solidariedade, onde ela deu continuidade aos dedicados trabalhos desenvolvidos pela Elza, consolidando a relação humana e profissional em favor das pessoas humildes e fragilizadas, proporcionando-lhes afeto, dignidade, aprendizado, autoestima, acolhida e formação profissional. Tudo em consonância com a grandiosa missão da então presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, Lu Alckmin, notadamente, com a implementação de dezenas de cursos profissionalizantes.

 

Às vésperas da partida de Marlene para Silvana, fui ao encontro da querida amiga para externar, em meu nome, da Elza e de nossos familiares, infinita gratidão. Com a saudade já batendo forte na alma, dei-lhe um abraço bem apertado e a certeza de um “até breve”! Lembro-me do poema do extraordinário Carlos Drummond de Andrade: “Não importa a distância que nos separa, se há um céu que nos une”. #QueridaMarlene

 

Junji Abe, produtor e líder rural, é ex-prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo